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	<title>Cena Brasilis</title>
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	<description>Brasil, mostra a sua cara!</description>
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		<title>Ufanismo patético esconde dificuldades do cinema brasileiro no Oscar</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Feb 2012 21:53:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tayra Vasconcelos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
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		<category><![CDATA[Carlinhos Brown]]></category>
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		<category><![CDATA[Rio]]></category>
		<category><![CDATA[Sergio Mendes]]></category>

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		<description><![CDATA[Reprodução de texto de Mauricio Stycer publicado em seu blog.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://cenabrasilis.com.br/noticias/ufanismo-patetico-esconde-dificuldades-do-cinema-brasileiro-no-oscar/attachment/brown/" rel="attachment wp-att-2255"><img src="http://cenabrasilis.com.br/wp-content/uploads/2012/02/brown.jpg" alt="" title="Carlinhos Brown" width="560" height="400" class="aligncenter size-full wp-image-2255" /></a></p>
<p>Eu copiei <a href="http://mauriciostycer.blogosfera.uol.com.br/2012/02/27/ufanismo-patetico-esconde-dificuldades-do-cinema-brasileiro-no-oscar/" title="Mauricio Stycer" target="_blank">na íntegra o texto do <strong>Mauricio Stycer</strong></a> porque eu concordei tanto, tanto, que se eu fosse dissertar sobre, eu acabaria me repetindo, por isso resolvi trazer o texto dele pra cá entre aspas, por isso faço minhas as palavras do Stycer.</p>
<ul>Com todo respeito a Sergio Mendes, Carlinhos Brown e Carlos Saldanha (foto acima), foi patético ver tanta gente torcer apaixonadamente por um Oscar para “Real in Rio”, uma canção repleta de clichês, cantada em inglês, tema de um filme tão brasileiro quanto “Uma Noite no Rio”, com Carmen Miranda.</p>
<p>Assim como a medalha de ouro que o futebol nunca conquistou em Jogos Olímpicos, o Oscar se tornou objeto de uma veneração quase divina e irracional.</p>
<p>Se o Oscar é importante para a indústria cinematográfica brasileira, seria o caso dela discutir o assunto seriamente. Se não é, deveríamos tratar desta festa com mais humor. A seriedade e, pior, o ufanismo nas últimas semanas por causa de “Real in Rio” beirou o ridículo.</p>
<p>A última produção brasileira indicada ao Oscar de filme estrangeiro foi “Central do Brasil”, em 1998 – há 14 anos. Em 2003, “Cidade de Deus” conseguiu quatro indicações (direção, roteiro, fotografia e edição), por méritos, além das suas qualidades, de seus distribuidores americanos. E em 2011, “Lixo Extraordinário” concorreu como melhor documentário.</p>
<p>Definir critérios, por exemplo, para a escolha dos filmes a indicar, seria um primeiro passo para quem vê importância na estatueta. Métricas diferentes têm sido usadas a cada ano, ao sabor das comissões montadas para escolher o filme. O maior sucesso do ano anterior ou a produção mais ousada? Um filme para agradar os americanos ou aquele que tem a cara do cinema brasileiro? Aliás, qual é a cara do cinema brasileiro?</p>
<p>Essa é uma discussão longa e difícil, que muita gente séria está tentando levar adiante. O problema, porém, foi esquecido, por alguns instantes, quando “Real in Rio” virou “o Brasil no Oscar”. Agora que a miragem se desfez é hora de voltar a pensar no assunto.</ul>
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		<title>A atriz Mel Lisboa deve encenar Rita Lee no teatro</title>
		<link>http://cenabrasilis.com.br/noticias/a-atriz-mel-lisboa-deve-encenar-rita-lee-no-teatro/</link>
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		<pubDate>Wed, 08 Feb 2012 14:06:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tayra Vasconcelos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro]]></category>
		<category><![CDATA[Mel Lisboa]]></category>
		<category><![CDATA[Rita Lee]]></category>

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		<description><![CDATA[E o projeto está previsto para o segundo semestre desse ano.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://cenabrasilis.com.br/noticias/a-atriz-mel-lisboa-deve-encenar-rita-lee-no-teatro/attachment/img-344199-mel-lisboa/" rel="attachment wp-att-2246"><img src="http://cenabrasilis.com.br/wp-content/uploads/2012/02/img-344199-mel-lisboa-620x321.jpg" alt="" title="mel-lisboa" width="620" height="321" class="aligncenter size-large wp-image-2246" /></a></p>
<p>Começam a circular rumores que a atriz <strong>Mel Lisboa</strong>, depois de ler <em>Rita Lee Mora ao Lado</em> de Henrique Bartsch, está se preparando para viver a cantora nos palcos no segundo semestre de 2012.</p>
<p>Dizem que a atriz já está fazendo aulas de canto e violão e se reunindo com a cantora, para fazer laboratório direto na fonte. Porém, como Mel está e o nascimento do bebê é previsto para junho, ela pretende ficar oito semanas se dedicando apenas ao filho, para depois mergulhar de vez no papel e encarar de corpo e alma uma das personagens mais icônicas da música brasileira.</p>
<p>Agora é esperar pra ver no que vai dar.</p>
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		<item>
		<title>Confira foto da montagem brasileira de A Família Addams</title>
		<link>http://cenabrasilis.com.br/noticias/confira-foto-da-montagem-brasileira-de-a-familia-addams/</link>
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		<pubDate>Fri, 27 Jan 2012 14:14:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tayra Vasconcelos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro]]></category>
		<category><![CDATA[A Família Addams]]></category>
		<category><![CDATA[Daniel Boaventura]]></category>
		<category><![CDATA[Marisa Orth]]></category>
		<category><![CDATA[musical]]></category>

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		<description><![CDATA[E Marisa Orth na pele de Mortícia.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Foi divulgada a primeira foto completa da versão brasileira de <strong><em>A Família Addams</strong></em>, adaptação do musical da Broadway, que será protagonizado por Marisa Orth e Daniel Boaventura.</p>
<p><a href="http://cenabrasilis.com.br/noticias/confira-foto-da-montagem-brasileira-de-a-familia-addams/attachment/431080_305715202824011_245236622205203_773428_1394366555_n/" rel="attachment wp-att-2240"><img src="http://cenabrasilis.com.br/wp-content/uploads/2012/01/431080_305715202824011_245236622205203_773428_1394366555_n.jpg" alt="" title="familia adams" width="591" height="720" class="aligncenter size-full wp-image-2240" /></a></p>
<p>Inspirado na bizarra e querida família criada pelo lendário cartunista Charles Addams, o musical se tornou uma das mais bem sucedidas produções da Broadway quando estreou no ano passado em Nova York. O Brasil será o primeiro país fora dos Estados Unidos a fazer uma montagem de <strong>A Família Addams</strong>, que estreia dia 02 de março no Teatro Abril em São Paulo.</p>
<p>Mais informações no<a href="http://www.afamiliaaddams.com.br/"> site do musical</a>.</p>
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		<item>
		<title>Confira nossa entrevista com Afonso Poyart, diretor de 2 Coelhos</title>
		<link>http://cenabrasilis.com.br/entrevistas/confira-nossa-entrevista-com-afonso-poyart-diretor-de-2-coelhos/</link>
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		<pubDate>Tue, 24 Jan 2012 13:54:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thiago Borbolla</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[2 Coelhos]]></category>
		<category><![CDATA[Afonso Poyart]]></category>
		<category><![CDATA[Alessandra Negrini]]></category>
		<category><![CDATA[Caco Ciocler]]></category>
		<category><![CDATA[Fernando Alves Pinto]]></category>

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		<description><![CDATA[Em entrevista exclusiva, o estreante diretor fala sobre cinema Brasileiro, Oscar, pirataria e seus sonhos como cineasta, que eu quero MUITO que se realizem. :D]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Assistindo a <strong>2 Coelhos</strong> e, logo depois, encontrando o diretor, roteirista, produtor e editor <strong>Afonso Poyart</strong>, me trouxe uma única coisa à cabeça: &#8220;Sucker Punch&#8221;. O filme de Zack Snyder, que dividiu opiniões, não tem absolutamente nada a ver com a estreia de Poyart nos longa-metragens. Mas são dois diretores jovens, que cresceram consumindo e gostando de cultura pop, que fizeram um filme com aquilo que eles tinham na cabeça e sentiam vontade de expor. E se você olhar direito pro brasileiro, que no fim do ano passado deve ter ficado bem triste com os 4&#215;0 do Barcelona, ainda vê uma certa semelhança física&#8230; E fica só nisso. E na personagem de Alessandra Negrini cortando seus demoninhos ao meio, com uma espada.</p>
<div id="attachment_68718" class="wp-caption aligncenter" style="width: 590px"><a href="http://judao.mtv.uol.com.br/wp-content/uploads/2012/01/roosevelt_01.jpg"><img src="http://judao.mtv.uol.com.br/wp-content/uploads/2012/01/roosevelt_01-580x386.jpg" alt="" title="Afonso Poyart e elenco no set de 2 coelhos" width="580" height="386" class="size-large wp-image-68718" /></a><p class="wp-caption-text">Afonso Poyart e elenco no set de 2 coelhos</p></div>
<p><em>&#8220;Sucker Punch é isso, tem uma alegoria visual, mas faltou a alma, ali dentro, aquela história não vai pra lugar nenhum&#8230;&#8221;</em>, me disse ele, logo na primeira resposta da entrevista exclusiva que fizemos, num hotel aqui em São Paulo. Eu jurava que iria poder viajar enlouquecido na história criada por Snyder, mas não. Poyart é muito mais pé no chão, é muito mais ciente das coisas, ciente dos problemas, ciente do Brasil. É seu filme de estreia, não seu filme maluco que resolveu fazer depois de ter cuidado de algumas das franquias mais importantes da cultura pop universal.</p>
<ul id="LeiaTambem" class="Cinema">
<h5>Confira também</h5>
<li> <a href="http://judao.mtv.uol.com.br/cinema/2-coelhos-videogame-acao-efeitos-especiais-e-alessandra-negrini-que-sirva-de-exemplo-brasil/">2 Coelhos: videogame, ação, efeitos especiais e Alessandra Negrini. Que sirva de exemplo, Brasil.</a><br />
Nunca antes na história desse país se viu um filme como esse. E espero que a gente possa ver mais, muito mais.</li>
<p></UL></p>
<p>Citando influências de Quentin Tarantino, Guy Ritchie e, principalmente, Fernando Meirelles (&#8220;Cidade de Deus é um dos melhores filmes que eu já vi. Não o melhor filme brasileiro, é um dos melhores filmes, ponto&#8221;) e dizendo que jamais pensou que Alessandra Negrini fosse fazer um filme seu (&#8220;Meu primeiro, ninguém me conhece&#8230;&#8221;), falamos bastante sobre essa coisa de pós-produção, sua importância para o cinema (e pra &#8220;2 Coelhos&#8221;), essa coisa de se fazer cinema entretenimento, negócio, o que ele sonha em fazer no futuro, seus pesadelos com a pirataria, com a S.O.P.A, e até sobre seu próximo filme, uma cinebiografia de José Aldo, oOOoOooO lutador, que ele cogitou fazer em 3D. </p>
<p>Confere aí embaixo, e torça pra que ele faça muitos e muitos outros filme&#8230; :)</p>
<ul class="Entrevistas">
<div class="Entrevista_Q">Você assistiu a Sucker Punch? O que você achou do filme?</div>
<p>	<span class="Entrevista_N cor_Cinema">Afonso Poyart ~ </span>Sucker Punch eu vi depois de fazer 2 Coelhos. Cara… Eu tinha muito medo de fazer um filme com um monte de efeito visual e sem conteúdo, sem história, sem… Sem aquela alma que eu acho que todo filme tem que ter, não importa o jeito que seja filmado, meio fora de foco, sei lá. Mas se tiver… Sabe, aquela coisa? É um filme bem sucedido. Sucker Punch é isso, tem uma alegoria visual, mas faltou a alma, ali dentro, aquela história não vai pra lugar nenhum… Mas é lindo, lindo, lindo.</p>
<div class="Entrevista_Q">Eu perguntei isso porque entrevistei o cara e ficou muito claro que aquela era a cabeça dele, o primeiro filme autoral do cara, e me parece que foi assim com você, em 2 Coelhos…</div>
<p>	<span class="Entrevista_N cor_Cinema">Afonso Poyart ~ </span>Com certeza!</p>
<p><a href="http://judao.mtv.uol.com.br/wp-content/uploads/2012/01/2coeios.jpg"><img src="http://judao.mtv.uol.com.br/wp-content/uploads/2012/01/2coeios-580x324.jpg" alt="" title="2 Coelhos" width="580" height="324" class="aligncenter size-large wp-image-68721" /></a></p>
<div class="Entrevista_Q">E a estética do filme? Surgiu da sua cabeça, teve ajuda de alguém…?</div>
<p>	<span class="Entrevista_N cor_Cinema">Afonso Poyart ~ </span>Eu comecei minha carreira como animador, o cara que faz pós-produção, então eu já trabalhava com isso, essa coisa de elementos gráficos, 3D. Foi muito natural pra mim pensar algumas passagens do filme usando isso. E como o personagem principal é meio nerd, meio geek, como eu também sou um pouco, eu resolvi colocar isso na narrativa, então tem essa coisa do videogame, de quadrinhos, mas não explicitamente, animação… É como se a vida do cara fosse daquele jeito, é como ele vê, a maneira como ele enxerga o mundo, como se fosse um videogame maluco…</p>
<div class="Entrevista_Q">Durante a pré-produção você já pensava nas artes usadas no filme, nas inserções de desenho, títulos?</div>
<p>	<span class="Entrevista_N cor_Cinema">Afonso Poyart ~ </span>Não, não, veio vindo depois! Na hora que eu fui editar eu fiquei pensando &#8220;Pô, será que seria legal a gente parar o quadro, escrever o nome dos caras?&#8221;. E tinha muito personagem, a gente tinha de escrever o nome de cada um pra pelo menos começar a localizar as pessoas de quem é quem, minimamente. Aí a gente veio com aquele conceito gráfico, que foi um amigo meu que fez, aquele grafismo &#8212; que eu acho muito legal, ele fez a mão, muito louco. </p>
<div class="Entrevista_Q">E… Por que é que tem preparador de elenco? Pra que vai servir no filme?</div>
<p>	<span class="Entrevista_N cor_Cinema">Afonso Poyart ~ </span>Puta merda… Isso é louco. Eu sempre gostei muito da Fátima Toledo, que fez &#8220;Cidade de Deus&#8221;, &#8220;Tropa de Elite&#8221;. Principalmente com &#8220;Cidade de Deus&#8221; eu fiquei muito impressionado. Quando eu fui fazer o meu primeiro longa eu tinha de falar com ela. Só que eu acho que existem coisas que a Fátima funciona muito, e outras que não precisa tanto… Ela é muito visceral, muito porrada. A gente precisava fazer ensaios. A gente precisava ensaiar os atores, e não tínhamos muito cronograma. Eu resolvi então, por que não chamar a Fátima, pra fazer uma preparação, meio ensaio. Foi mais ou menos isso o que ela fez. Acho que ela ajudou muito o Bando, construiu aquilo junto com eles. E a naturalidade, etc. A Alessandra e o Fernando fizeram bastante laboratório, deixou a relação deles mais viva &#8212; quando chegou a hora de filmar, já tinha uma relação, os caras já chegaram, batendo. </p>
<p>É muito importante preparar o elenco ou minimamente ensaiar ele exaustivamente pra que crie conexões, porque se conquista mais naturalidade. Ainda mais num ambiente em que eu fico pedindo pros caras improvisarem, e nessa hora você começa a ser você e se realmente há empatia com alguém, deixa transparecer; se não tem, fica mais distante… 	</p>
<div class="Entrevista_Q">Pelo que eles falaram, nenhum dos atores é fã desse tipo de filme que eles fizeram, de ação. Fica mais difícil trabalhar por causa disso?</div>
<p>	<span class="Entrevista_N cor_Cinema">Afonso Poyart ~ </span>Não, não. Pra quem faz, ação não é tão ação quanto pra quem vê. Eles tinham de fazer um negócio, correr e cortava, pronto. Aí um close, não sei o que… Mas eles viram o filme não tanto quanto um filme de ação, eu também não vejo ele tanto assim…</p>
<div class="Entrevista_Q">Não que seja um filme de ação, mas tem muito ação…</div>
<p>	<span class="Entrevista_N cor_Cinema">Afonso Poyart ~ </span>Isso sim, tem muita ação…</p>
<div id="attachment_68716" class="wp-caption aligncenter" style="width: 590px"><a href="http://judao.mtv.uol.com.br/wp-content/uploads/2012/01/img_1043.jpg"><img src="http://judao.mtv.uol.com.br/wp-content/uploads/2012/01/img_1043-580x435.jpg" alt="" title="Afonso Poyart na sala de edição de 2 Coelhos" width="580" height="435" class="size-large wp-image-68716" /></a><p class="wp-caption-text">Afonso Poyart na sala de edição de 2 Coelhos</p></div>
<div class="Entrevista_Q">Qual a importância da pós-produção?</div>
<p>	<span class="Entrevista_N cor_Cinema">Afonso Poyart ~ </span>Hoje em dia não dá pra você ignorar mais isso. Os diretores, a equipe de produção, as pessoas que desenham como vai fazer uma cena, olham as cenas mais complexas e pensam no que vai ser filmado, no que pode ser produzido, um meio a meio &#8212; se não você gasta dinheiro e se complica. Você não vai fazer uma cena grandiosa, com mil figurantes, tem de saber que você vai duplicar isso na pós, fazer um set extension, que é aumentar o cenário, aumentar ou fazer uma explosão inteira… A cabeça de quem produz filme HOJE é assim. O que eu filmo, o que eu posso pós-produzir? Eu penso assim e é assim que tem de se pensar, se não você se ferra…</p>
<div class="Entrevista_Q">E agora que você começou, fez o que fez com pouco dinheiro, pensa em evoluir, começar a fazer coisas como animação de captura de movimentos no Brasil, sei lá?</div>
<p>	<span class="Entrevista_N cor_Cinema">Afonso Poyart ~ </span>Eu quero, é meu sonho, de verdade! Fazer essas coisas, experimentos, trazer tecnologias de fora, que os caras aplicam em filmes internacionais, por que não produzir aqui? O Peter Jackson conseguiu fazer isso na Nova Zelândia com Senhor dos Anéis. Criou um pólo de cinema lá, que não existia, forjou na porrada. Pôxa, seria um sonho, maravilhoso. O Brasil é gigante, tem um monte de gente, é próximo de grandes mercados, embora não tenha a mesma língua, mas enfim, a gente tem MUITA possibilidade aqui. O Brasil precisa desenvolver isso, é a sexta economia, tá crescendo, por que não o cinema? O cinema tem de vir junto. A gente precisa de mais salas.</p>
<div class="Entrevista_Q">Que parece ser o principal, às vezes…</div>
<p>	<span class="Entrevista_N cor_Cinema">Afonso Poyart ~ </span>É, pois é, fico louco com isso. </p>
<div class="Entrevista_Q">E o que você acha que falta pra um filme brasileiro ser indicado ao Oscar?</div>
<p>	<span class="Entrevista_N cor_Cinema">Afonso Poyart ~ </span>Sinceramente, acho que falta escolher qual vai ser o cara escolhido pra ir lá lutar essa briga.</p>
<div class="Entrevista_Q">Mas o Tropa de Elite 2 você concordou ou não?</div>
<p>	<span class="Entrevista_N cor_Cinema">Afonso Poyart ~ </span>Eu acho que sim, foi o nosso melhor filme do ano, tem que ser! Escolhem sempre o que não é!</p>
<div class="Entrevista_Q">Só que também muita gente fala do Oscar, com tanta coisa boa acontecendo fora…</div>
<p>	<span class="Entrevista_N cor_Cinema">Afonso Poyart ~ </span>Não é tudo, com certeza. É lógico que seria muito legal um mercado ter um reconhecimento como esse, mas os argentinos ganharam um Oscar e o que mudou como mercado pra Argentina, mesmo, não teve uma mudança em número de bilhete vendido ou sei lá. Mas é um reconhecimento que dá pra um país inteiro, não só pro cinema, traz um reconhecimento muito bacana, e o Brasil tem condições de fazer isso. Tem de haver uma coligação das pessoas pra &#8220;pô, qual o nosso melhor cavalo pra essa corrida? Vamo apostar nele, não vamo apostar no que não é o melhor&#8221;. Porque senão a disputa fica muito difícil, é muito complexa a batalha&#8230;</p>
<div class="Entrevista_Q">Esse filme é o primeiro brasileiro, nesse estilo, que eu vi. Você já tá preparando um blu-ray cheio de extras…? Porque tem coisa no trailer que não tem no filme, por exemplo…</div>
<p>	<span class="Entrevista_N cor_Cinema">Afonso Poyart ~ </span>Tem, mas não muito, viu? A gente utilizou MUITA coisa.</p>
<div class="Entrevista_Q">Mas você pensa nisso, numa edição especial?</div>
<p>	<span class="Entrevista_N cor_Cinema">Afonso Poyart ~ </span>A gente já até preparando o DVD. O cronograma é tão curto que os caras já me pediram uma cópia pro Blu-ray. Vai ter um documentário sobre o filme, bem legal, com making of gigante. Mas olha, bem pensado, eu acho que a gente devia pensar mais em extras…</p>
<div class="Entrevista_Q">Vai que vai, porque é o que eu mais procuro num Blu-ray… :D</div>
<p>	<span class="Entrevista_N cor_Cinema">Afonso Poyart ~ </span>É o extra, né? Se bem que não tem assim, o filme é muito justo. Não se cortou coisa nesse filme, usamos tudo!</p>
<div class="Entrevista_Q">Falando em cronograma curto, o filme foi filmado faz tempo, mas eu só ouvi falar dele no dia que saiu o trailer, há pouco mais de um mês… Por que demorou tanto?</div>
<p>	<span class="Entrevista_N cor_Cinema">Afonso Poyart ~ </span>É, pois é. O filme começou sem distribuição, é um projeto muito independente, na verdade. A gente foi produzir com o dinheiro praticamente próprio, 80% dos recursos desse filme é da Black Maria, 20% de incentivos. Depois a gente conseguiu a Imagem Filmes, que viu e resolveu entrar nele, no começo de 2011. Eles programaram o filme pra estrear em Julho, mas não rolou; Outubro também não e agora ficou em Janeiro. A coisa foi andando, o filme melhorando, lapidando… E eles foram entendendo mais o filme, também. A Imagem teve dificuldade de classificar o filme, foram muito corajosos de fazer um lançamento do jeito que estão fazendo, difícil de entender, classificar, colocar em algum patamar…</p>
<div class="Entrevista_Q">É difícil nesse sentido, mas é pra uma audiência que não tem filmes brasileiros dedicado a eles.</div>
<p>	<span class="Entrevista_N cor_Cinema">Afonso Poyart ~ </span>É, e a molecada fica louca! A gente fez exibições de teste pro público e foi muito boa, a recepção. Aí que realmente vieram com &#8220;Vamo lançar!&#8221;.</p>
<div id="attachment_68717" class="wp-caption aligncenter" style="width: 590px"><a href="http://judao.mtv.uol.com.br/wp-content/uploads/2012/01/img_4480.jpg"><img src="http://judao.mtv.uol.com.br/wp-content/uploads/2012/01/img_4480-580x435.jpg" alt="" title="O Bando e Afonso Poyart" width="580" height="435" class="size-large wp-image-68717" /></a><p class="wp-caption-text">O Bando e Afonso Poyart</p></div>
<div class="Entrevista_Q">Você disse que tem um certo desespero em relação a pirataria, é seu primeiro filme… Qual sua posição em relação à S.O.P.A?</div>
<p>	<span class="Entrevista_N cor_Cinema">Afonso Poyart ~ </span>Eu sou muito contra. Mas isso é muito difícil. Há sempre uma discussão, da liberdade de expressão, de poder ir, vir, fazer as coisas, e essa coisa de piratear o conteúdo, que é extremamente nocivo para a indústria. Eu como produtor, agora como diretor, sou absolutamente aterrorizado com essa história. Eu sei que isso complica nossa vida, a gente precisa dessa renda, se remunerar pra fazer um próximo. E a indústria não pode ficar na mão de pessoas assim. No Brasil deveria ter uma política mais efetiva de combate. É muito díficil, mas algum esforço tem de acontecer, porque você diminui um pouco e diminuir já é bom. Erradicar é foda, mas diminuir…</p>
<div class="Entrevista_Q">Distribuição digital seria um caminho?</div>
<p>	<span class="Entrevista_N cor_Cinema">Afonso Poyart ~ </span>Eu acho que é bom, é um negócio que pode diminuir. O modelo da iTunes Store é um modelo muito bem sucedido na minha opinião porque é barato, barato, barato. Eu compro muita música lá porque é mais barato e fácil pagar 99 centavos de dólar do que ir atrás, tem link quebrado, não acha… E nos EUA eles tão combatendo muito link de coisa pirata, então você começa a não encontrar. Eu acho que tinha de acontecer isso no Brasil também, combater online.</p>
<div class="Entrevista_Q">Tipo o Netflix, que com $15 por mês você tem acesso a tudo…</div>
<p>	<span class="Entrevista_N cor_Cinema">Afonso Poyart ~ </span>Então, é uma maneira de fazer o cara pensar &#8220;pra que eu vou piratear, se isso é tão barato?&#8221;</p>
<div class="Entrevista_Q">Seu próximo filme é de luta, né? Qual é?</div>
<p>	<span class="Entrevista_N cor_Cinema">Afonso Poyart ~ </span>É sobre o José Aldo, o lutador que foi campeão agora. Não é documentário, é ficção mesmo,  já escrevi, Malvino Salvador vai interpretar, Paris Filmes vai distribuir, já temos uma grana e vai rodar agora em Julho/Agosto.</p>
<div class="Entrevista_Q">E a estreia, já tem previsão?</div>
<p>	<span class="Entrevista_N cor_Cinema">Afonso Poyart ~ </span>Julho de 2013.
</ul>
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		<title>2 Coelhos</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Jan 2012 13:44:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thiago Borbolla</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Resenhas]]></category>
		<category><![CDATA[2 Coelhos]]></category>
		<category><![CDATA[Afonso Poyart]]></category>
		<category><![CDATA[Alessandra Negrini]]></category>
		<category><![CDATA[Caco Ciocler]]></category>
		<category><![CDATA[Fernando Alves Pinto]]></category>

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		<description><![CDATA[Videogame, ação, efeitos especiais e Alessandra Negrini. Que sirva de exemplo, Brasil.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://cenabrasilis.com.br/resenhas/2-coelhos/attachment/2coejjos-580x304/" rel="attachment wp-att-2228"><img src="http://cenabrasilis.com.br/wp-content/uploads/2012/01/2COEJJOS-580x304.jpg" alt="" title="2COELHOs" width="580" height="304" class="aligncenter size-full wp-image-2228" /></a></p>
<p>Uma mãe, feliz, sorrindo, e seu filho atravessando a rua. Em câmera lenta, ela dá no máximo dois passos, de mãos dadas com o moleque&#8230; Até que chega do nada um carro e esmaga os dois numa caçamba e puuuuuta que pariu, &#8220;ôôôôôôlôco, COMO ASSIM?!&#8221;, ao som de &#8220;Kings &#038; Queens&#8221;, do 30 Seconds to Mars. Esses, sei lá, oito segundos são só o início do filme? Sim. <strong>2 Coelhos</strong> não começa só com os dois pés no peito &#8212; esmaga uma mãe e um filho numa caçamba. </p>
<p>Minha primeira impressão sobre o filme, quando assisti ao trailer, há pouco mais de um mês, foi bastante simples: <em>do caralho</em>. Ação, efeitos especiais, uma história que foge completamente do que estamos acostumados a ver no cinema brasileiro &#8212; pelo menos entre os que estão acostumados a ver cinema brasileiro, o que a gente sabe, é pouca gente, e por algumas razões bem explícitas. Como eu disse na época, eu vejo esse tipo de coisa sendo feita no Brasil, onde eu moro, onde eu trabalho, e não consigo pensar em nenhuma outra frase, ou palavra, pra definir. Pode ser que o resultado final seja horrível, mas esse trailer é DO CARALHO.</p>
<p>Então, vamos começar direto ao ponto: o filme talvez não seja tão do caralho assim. O filme talvez não exploda tanto a sua cabeça quanto o trailer. Talvez&#8230; Isso depende se você assistiu a ele, ou não.</p>
<p>No filme, Edgar (Fernando Alves Pinto) encontra-se na mesma situação que a maioria dos brasileiros, espremido entre a criminalidade, que age impunemente, e a maioria do poder público, que só age com o auxilio da corrupção. Cansado de ser vítima desta situação, ele resolve fazer justiça com as próprias mãos e elabora um plano que colocará os criminosos em rota de colisão com políticos gananciosos. Só que, bem&#8230; O plano dele é muito maior.</p>
<p><em>&#8220;Queria fazer um filme contemporâneo. Primeiro procurei um livro pra adaptar, mas eu percebi esse era meu primeiro filme e eu ia ter de escrever, não ia ter jeito&#8221;</em>, contou o estreante diretor Afonso Poyart na coletiva de imprensa realizada em São Paulo, um pouco antes de falar exclusivamente com o Judão. &#8220;<em>Eu queria contar uma história que envolvesse corrupção e criminalidade, dois temas bem atuais e presentes na vida de qualquer brasileiro. Foi assim que surgiu o mote inicial, um justiceiro, cara comum que monta um plano de vingança pra dar uma porrada nos corruptos e criminosos. Mas aí eu comecei a escrever e as ideias começaram a aparecer e isso virou um pretexto, quase. A jornada desse cara vai muito além disso, além dessa coisa de justiça social.&#8221;</em></p>
<p><a href="http://judao.mtv.uol.com.br/wp-content/uploads/2012/01/2COEJJOS.jpg"><img src="http://judao.mtv.uol.com.br/wp-content/uploads/2012/01/2COEJJOS-580x304.jpg" alt="" title="2 Coelhos" width="580" height="304" class="aligncenter size-large wp-image-68732" /></a></p>
<p>E é verdade. Por mais que as grandes cenas de ação e efeitos especiais estejam, sim, presentes no trailer, é a história que dita o filme, desde o início, quando te apresenta os personagens &#8212; e toda a estética que vai ser usada no filme dali pra frente &#8212; até o final, cheio de reviravoltas e com um bom tanto de falta de linearidade, criada muito mais pela quantidade gigantesca de personagens do que pela história, em si.</p>
<blockquote><p>O cinema tem de ser variado. Às vezes o cinema nacional se coloca em alguns paradigmas que são complexos, tipo, só comédia dá certo; sou contra isso, você pode conseguir bilheteria com vários gêneros. E esse tipo de cinema, que a gente não consegue classificar direito mas você pode chamar de filme de ação, tem público. Por que não ter público num filme nacional? É só você fazer direito, com carinho, com vontade. <strong>&#8211;Afonso Poyart, diretor de 2 Coelhos</strong></p></blockquote>
<h6>Nerd</h6>
<p>É obvio, porém, que são as cenas de ação que vendem o filme &#8212; e não à toa estavam no trailer, o que eu não posso achar errado, sabendo o país em vivemos. E cara, é realmente FODA saber que aquilo tudo foi feito no Brasil-il-il, com apenas R$4 Milhões &#8212; sendo que apenas R$1.5 Milhões é que vieram de incentivos do governo. <em>&#8220;Eu não tinha noção da encrenca que eu tava me metendo. De verdade. Eu não sabia que era tão difícil assim, mas eu tava lá, não tinha como voltar&#8221;</em>, conta o diretor, falando com a empolgação de um moleque que ganhou do Papai Noel o brinquedo que esperou o ano todo. Caco Ciocler, que interpreta Walter, um dos personagens mais interessantes do filme, conta que Poyart, por mais que diga que não, sabia onde iria acabar chegando com &#8220;2 Coelhos&#8221;. <em>&#8220;Uma das coisas que mais chamou minha atenção no nosso primeiro encontro pra falar sobre o filme foi, e eu digo isso da melhor maneira possível, uma pretensão  quase ingênua dele, muito apaixonada, muito bonita, dizendo coisas tipo &#8220;Eu não entendo! Os caras queriam milhões pra fazer os filmes, ninguém faz nada direito!&#8221;. Existia uma vontade já ali de fazer uma coisa que nunca tinha sido feita, de um tamanho que nunca tinha sido feito, porque ele sabia que era possível fazer uma coisa que nunca tinha sido feita no Brasil.&#8221;</em>, contou.</p>
<p>E é um fato: nunca antes na história desse país se viu um filme como esse. Com efeitos especiais, já, sim. Poucos, e todos dirigidos por Cláudio Torres. Mas com esse tanto de explosão, batida de carro, tiroteio e toda essa estética urbana que São Paulo e os grafismos adicionados na pós-produção deram? Isso, não. <em>&#8220;Você tem muitos profissionais no Brasil, em várias áreas, que as vezes não utilizam tudo o que eles sabem.  A gente foi atrás desses caras, que tinham muito potencial, equipamentos, e não tinham onde colocar. A parte de efeitos físicos a gente fez com o Farjalla, que fez &#8216;Os Mercenários&#8217;, por exemplo, e ele tava muito a fim de entrar no projeto porque ele viu que seria muito legal usar todos os brinquedos dele, toda a experiência.&#8221;</em></p>
<p><a href="http://judao.mtv.uol.com.br/wp-content/uploads/2012/01/DoisCoelhos_frame_1_0.jpg"><img src="http://judao.mtv.uol.com.br/wp-content/uploads/2012/01/DoisCoelhos_frame_1_0-580x326.jpg" alt="" title="2 Coelhos" width="580" height="326" class="aligncenter size-large wp-image-68722" /></a></p>
<blockquote><p>
A gente cresceu jogando videogame&#8230; Aquilo é videogame de verdade. <strong>&#8211;Fernando Alves Pinto</strong>
</p></blockquote>
<p>Com uma história tão cheia de reviravoltas, com tantas possibilidades e sem nenhum policial sequer, o filme acaba sendo um daqueles que ninguém sabe exatamente como classificar. Ação? Tem ação, sim, mas não é de ação. Romance? Tem uma história de amor bem forte, mas não é sobre isso. Policial? Se não tem polícia&#8230; Suspense? Meh&#8230; Sobrevivência? Bom, foi assim que o Ministério da Justiça classificou, e é o que chega mais perto.</p>
<p>Porém, foi Alessandra Negrini, que deixa qualquer um boquiaberto e babando em cada uma das cenas do filme &#8212; especialmente as de calça jeans e camiseta, porque né? &#8212; que acabou dando uma classificação mais do que atual para o filme. Ao elogiar a natureza independente e autoral do projeto, ela, sorrindo, vestindo uma camisetinha dos Ramones e com aquela cara de sapeca, como se fosse dizer o maior palavrão do mundo na frente da avó, disse que é um filme &#8220;nerd&#8221;.</p>
<p><a href="http://judao.mtv.uol.com.br/wp-content/uploads/2012/01/DoisCoelhos_frame_6_11.jpg"><img src="http://judao.mtv.uol.com.br/wp-content/uploads/2012/01/DoisCoelhos_frame_6_11-580x326.jpg" alt="" title="2 Coelhos" width="580" height="326" class="aligncenter size-large wp-image-68724" /></a></p>
<p>Meu saco já tá cheio dessa história de &#8220;nerd&#8221;, &#8220;nerd is cool&#8221;, &#8220;I love nerds&#8221;, a puta que pariu. Mas faz sentido. É esse público jovem, que gosta de tecnologia, de cinema blockbuster, que tá na internet o tempo todo, em rede social, expondo opinião e, tal qual o personagem principal do filme, jogando e vendo pornografia (e que se condicionou chamar de Nerd) que vai consumir o filme. Consumir e apreciar, porque é disso que se trata: não é um filme de arte, nem tenta ser; não é comédia ou um enorme Zorra Total; é entretenimento. Puro e simples. Lindo, emocionante, mas entretenimento, empolgante. Do jeito que eu gosto, do jeito que eu acho que tem de ser. </p>
<p>Made in Brazil.</p>
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		<title>Tropa de Elite 2 está fora do Oscar!</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Jan 2012 20:44:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thiago Borbolla</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Festivais]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Oscar]]></category>

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		<description><![CDATA[Academia divulgou os 9 pré-indicados e... ULFA.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://cenabrasilis.com.br/noticias/tropa-de-elite-2-esta-fora-do-oscar/attachment/wagner_moura_nascimento__emilio_orciollo_neto_valmir_1281472439/" rel="attachment wp-att-2219"><img src="http://cenabrasilis.com.br/wp-content/uploads/2012/01/wagner_moura_nascimento__emilio_orciollo_neto_valmir_1281472439.jpg" alt="" title="tropa" width="600" height="400" class="aligncenter size-full wp-image-2219" /></a></p>
<p>Ainda não foi dessa vez. Não foi surpresa nenhuma, e nem pela qualidade do filme que o Brasil indicou, que é simplesmente do enorme caralho, mas sabe como é o Oscar, né? Filme iraniano, israelense, marroquino&#8230; Mas nada de <strong>Tropa de Elite 2</strong> na lista dos pré-indicados ao Oscar de Melhor Filme estrangeiro. :)</p>
<p>Entre os 63 filmes que concorriam à vaga, apenas nove ainda tem chance de, no próximo dia 24, ter seu nome chamado e aí começar as preparações pra arranjar o fraque, gravata borboleta e essas coisas todas do Oscar, que acontece no dia 26 de Fevereiro, em Los Angeles.</p>
<div id="attachment_61396" class="wp-caption aligncenter" style="width: 590px"><a href="http://judao.mtv.uol.com.br/wp-content/uploads/2011/09/Tropa2_Padilha.jpg"><img src="http://judao.mtv.uol.com.br/wp-content/uploads/2011/09/Tropa2_Padilha-580x386.jpg" alt="" title="Tropa de Elite 2" width="580" height="386" class="size-large wp-image-61396" /></a><p class="wp-caption-text">José Padilha e Wagner Moura no set de Tropa 2</p></div>
<ul id="LeiaTambem" class="Musica">
<h5>Confira também</h5>
<li> <a href="http://cenabrasilis.com.br/2011/09/21/tropa-de-elite-2-vai-concorrer-a-uma-vaga-no-oscar-2012-e-voce-nao-deveria-achar-isso-tao-legal-assim/">Tropa de Elite 2 vai concorrer a uma vaga no Oscar 2012 &#8212; e você não deveria achar isso tão legal assim</a><br />
Filme de José Padilha é MUITO melhor do que um &#8220;simples&#8221; filme estrangeiro para Hollywood. O que ele fez é MUITO mais do que simplesmente Hollywood. E ele fez NO BRASIL.</li>
</ul>
<p>&#8220;A Separação&#8221;, do Irã, que ganhou o Globo de Ouro de melhor filme em língua estrangeira é, obviamente, o principal favorito a ganhar o prêmio. Mas, por enquanto, ele tá só disputando uma indicação. :D</p>
<p>Os nove filmes indicados, só pra você saber (já que duvido que vá assistir), são:</p>
<ul>
<li> Bullhead (Bélgica)</li>
<li> Monsieur Lazhar (Canadá)</li>
<li> Superclásico (Dinamarca)</li>
<li> Pina (Alemanha)</li>
<li> Footnote (Israel)</li>
<li> Omar Killed Me (Marrocos)</li>
<li> In Darkness (Polônia)</li>
<li> Warriors of the Rainbow: Seediq Bale (Taiwan)</li>
<li> A Separação (Irã)</li>
</ul>
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		</item>
		<item>
		<title>Estão abertas as inscrições para o Curta MIS</title>
		<link>http://cenabrasilis.com.br/noticias/estao-abertas-as-inscricoes-para-o-curta-mis/</link>
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		<pubDate>Wed, 18 Jan 2012 18:19:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tayra Vasconcelos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Curtas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[curtas]]></category>
		<category><![CDATA[MIS]]></category>

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		<description><![CDATA[Não perca tempo e mostre seu projeto para toda a Paulicéia.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://cenabrasilis.com.br/noticias/estao-abertas-as-inscricoes-para-o-curta-mis/attachment/pelicula/" rel="attachment wp-att-2207"><img src="http://cenabrasilis.com.br/wp-content/uploads/2012/01/pelicula.jpg" alt="" title="película" width="600" height="326" class="aligncenter size-full wp-image-2207" /></a></p>
<p>Estão abertas no <a href="http://www.mis-sp.org.br/">MIS</a> (Museu da Imagem e do Som de São Paulo) as inscrições para seleção de filmes da segunda edição do projeto <strong>Curta MIS</strong>. O programa vai exibir mensalmente os curtas-metragens vencedores no auditório do museu. As inscrições são gratuitas. Na primeira edição do projeto, foram selecionadas e exibidas dez produções inéditas</p>
<p>Criado no ano passado, o programa visa fazer do MIS um espaço permanente de divulgação para esse tipo de produção, e em 2011 exibiu dez títulos inéditos. Nesta 2ª edição do projeto, vão ser selecionados de três a cinco curtas-metragens por mês para serem exibidos entre os meses de fevereiro e junho de 2012. A seleção vai ser feita de maneira convocatória. As inscrições ficam abertas entre 16 de janeiro e 2 de março e podem participar candidatos residentes em no estado de São Paulo.</p>
<p>Vão ser aceitas obras captadas em qualquer formato e com tempo máximo de 20 minutos (incluindo os créditos). Poderão ser inscritos somente filmes inéditos, de todos os gêneros, finalizados a partir de junho de 2010. Filmes não falados em português deverão vir legendados em português do Brasil.</p>
<p>Quem tiver interessado deverá imprimir e preencher a ficha de inscrição disponível no site do MIS, que você consegue clicando <a href="http://www.mis-sp.org.br/icox/icox.php?mdl=mis&#038;op=programacao_interna&#038;id_event=910">aqui</a>,  e enviá-la com uma cópia do filme em DVD, além de duas fotos digitalizadas da obra (com no mínimo 300 dpi de resolução e tamanho 10 X 15 cm) e ficha técnica em outra mídia, até o dia 2 de março, para o seguinte endereço: </p>
<blockquote><p>
<strong>CURTA MIS – MUSEU DA IMAGEM E DO SOM</strong><br />
Av. Europa, 158 – Jd. Europa<br />
São Paulo/SP CEP 01449-000</p></blockquote>
]]></content:encoded>
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		<title>Vem aí nova série policial brasileira, com Milhem Cortaz no elenco</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Jan 2012 15:56:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renan Martins Frade</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Televisão]]></category>
		<category><![CDATA[Chapa Quente]]></category>
		<category><![CDATA[Milhem Cortaz]]></category>
		<category><![CDATA[Record]]></category>

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		<description><![CDATA[Chapa Quente já começa a ser rodada amanhã.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://cenabrasilis.com.br/noticias/vem-ai-nova-serie-policial-brasileira-com-milhem-cortaz-no-elenco/attachment/461860_large-580x386/" rel="attachment wp-att-2196"><img src="http://cenabrasilis.com.br/wp-content/uploads/2012/01/461860_large-580x386.jpg" alt="" title="Chapa Quente" width="580" height="386" class="aligncenter size-full wp-image-2196" /></a></p>
<p><strong>Milhem Cortaz</strong>, o capitão Fábio de <strong>Tropa de Elite</strong>, é uma das apostas da Record para o elenco de uma nova série policial, que deverá se chamar <strong>Chapa Quente</strong>, que começa a ser gravada amanhã. A informação é do colunista <a href="http://televisao.uol.com.br/colunas/flavio-ricco/2012/01/08/record-inicia-gravacao-de-seriado-policial-com-milhem-cortaz.jhtm" target="_blank">Flávio Ricco</a>.</p>
<p>O programa contará com roteiros de <strong>Marcílio Moraes</strong>, que já havia roteirizado <strong><em>A Lei e o Crime</strong></em>, outra série policial da emissora. O outro ator será <strong>Gustavo Reiz</strong>, que foi o autor da minissérie <strong>Sansão e Dalila</strong>. </p>
<p>Não foram dados muitos detalhes do programa, mas uma das informações é que o único cenário será a delegacia. O resto das gravações acontecerão em locações. Além de diminuir custos por um lado (mas aumentarem por outro), a gravação em locais reais deixa sempre um seriado como esse mais verossímil. Afinal, assunto e lugar para falar de crimes é o que não falta no Brasil.  </p>
<p>É bom ressaltar que é cada vez mais interessante ver a aposta de <em>Record</em> e <em>Globo</em> em produções que vão além de novelas e minisséries. Séries como <strong>Chapa Quente</strong>, <strong>Força-Tarefa</strong> e <strong>A Lei e o Crime</strong> abrem novas possibilidades para inovar com roteiros, atuações, direção e por aí vai. </p>
<p>Além de Cortaz, <strong> Chapa Quente</strong> também contará com outros ex-Globo no elenco: <strong>Cláudio Gabriel</strong>, <strong>Rafael Mandelli</strong> e <strong>Alice Assef</strong>. </p>
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		<title>Armação Ilimitada nas telonas</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Dec 2011 18:12:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tayra Vasconcelos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
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		<category><![CDATA[André de Biase]]></category>
		<category><![CDATA[Andréa Beltrão]]></category>
		<category><![CDATA[Antonio Calmon]]></category>
		<category><![CDATA[Armação Ilimitada]]></category>
		<category><![CDATA[Daniel Filho]]></category>
		<category><![CDATA[Jonas Torres]]></category>
		<category><![CDATA[Kadu Moliterno]]></category>

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		<description><![CDATA[Quero ver quem vai ter coragem de mencionar o bordão do Bacana...  ;)]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://cenabrasilis.com.br/noticias/armacao-ilimitada-nas-telonas/attachment/20100601174912_6916_large-2/" rel="attachment wp-att-2189"><img src="http://cenabrasilis.com.br/wp-content/uploads/2011/12/20100601174912_6916_large1.jpg" alt="" title="Armação Ilimitada" width="620" height="441" class="aligncenter size-full wp-image-2189" /></a></p>
<p>Já se passaram mais de 25 anos da estreia da série que revolucionou os programas voltados para o público jovem. Quando <strong><em>Armação Ilimitada</strong></em> estreou, eu tinha 6 anos recém feitos e era completamente fissurada por Juba, Lula, Zelda e Bacana, e nem adiantava meus pais reclamarem porque eu só ia pra cama depois de ouvir o riff de guitarra da trilha sonora já com os créditos subindo. E muitas crianças, adolescentes e jovens dos anos 80 acompanharam de perto as peripécias do triângulo amoroso dos surfistas com a jornalista de cabelo curtinho.</p>
<p>E para a alegria de todos, Andréa Beltrão acaba de concordar em reviver Zelda Scott e se juntar a Kadu Moliterno, André di Biase e Jonas Torres para levar a série para as telonas. A ideia é mostrar como é a vida de Juba e Lula nos dias de hoje. Vai ser bem engraçado ver o Bacana (Jonas Torres) que era só uma criança na época, agora um homem de quase 40 anos &#8211; e pra quem não se lembra, Paloma Duarte fazia a namoradinha do Bacana, seria legar eles se encontrarem já adultos para um revival do primeiro amor, né!</p>
<p>Por enquanto o que sabemos é que com o aval de Andréa, a ideia é levar a Armação para as telonas no ano que vem, mas não há nada de mais concreto por enquanto. Mas esse é um projeto que vamos acompanhar bem de perto e logo mais traremos um especial da série especialmente para vocês.</p>
<p>E por enquanto, pra matar a saudade, a abertura da série pra vocês:</p>
<p><center><iframe width="420" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/AgD9h_Qc3Ac" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></center></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Alguém acaba de morrer lá fora</title>
		<link>http://cenabrasilis.com.br/resenhas/alguem-acaba-de-morrer-la-fora/</link>
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		<pubDate>Sat, 10 Dec 2011 02:24:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thiago Borbolla</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Resenhas]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro]]></category>
		<category><![CDATA[Alguém acaba de morrer lá fora]]></category>
		<category><![CDATA[Lucélia Santos]]></category>
		<category><![CDATA[Pedro Nercesian]]></category>
		<category><![CDATA[Pedro Neschling]]></category>
		<category><![CDATA[Ricardo Santos]]></category>
		<category><![CDATA[Vitória Frate]]></category>

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		<description><![CDATA[E pode ser aquela pessoa que você estava esperando...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://cenabrasilis.com.br/resenhas/alguem-acaba-de-morrer-la-fora/attachment/img_4333_foto_paula_kossatz_press/" rel="attachment wp-att-2176"><img src="http://cenabrasilis.com.br/wp-content/uploads/2011/12/IMG_4333_foto_paula_kossatz_press-620x413.jpg" alt="" title="Alguém acaba" width="620" height="413" class="alignright size-large wp-image-2176" /></a></p>
<p>Eu acho que a última vez que fui ao teatro, tirando as peças malucas que faziam no meu colégio, foi em alguma peça infantil, quando era pequeno. Eu ia direto. Depois, confesso, peguei uma certa birra de &#8220;povo de teatro&#8221;, sem exatamente um motivo. Se bem que sendo &#8220;povo de teatro&#8221;, já vale um pouco a birra. Sabe como é, tudo é arte, tudo é abstrato, tudo é aquela coisa meio exagerada, como é necessário pra uma peça&#8230; Mas enfim.</p>
<p>A questão é: gosto de histórias. E meio que independe o meio &#8212; embora livros costumem me dar muito, MUITO sono. Aí eu fui convidado pra assistir à estreia de <strong><em>Alguém acaba de morrer lá fora</em></strong>. E lá fui, pra prestigiar os amiguinhos atores e, se fosse o caso, me divertir. Era a primeira apresentação, tava tudo meio caótico, rolou até um atraso por conta de um figurino estourado. Mas começando, e eu percebendo que não era aquela coisa de &#8220;povo de teatro&#8221; e sim uma história&#8230; Não é que é legal pra caramba?</p>
<p>Na peça, que tem direção de <strong>Pedro Neschling</strong>, quatro pessoas estão num bar, cada uma com uma razão diferente: uma tia (<strong>Lucélia Santos</strong>) esperando alguém; o cara (<strong>Ricardo Santos</strong>) prum <em>blind date</em>; a gostosinha (<strong>Vitória Frate</strong>) se maquiando e&#8230; Ah, não lembro exatamente o que ela fazia lá; e o atendente do bar (<strong>Pedro Nercesian</strong>), puto da vida por estar lá e de ter que trocar uma nota alta pra dar troco. Até que alguém morre lá fora. E a partir daí, a história dos quatro se separa, virando quatro outras histórias, cada uma desenrolando de um jeito, efeitos diferentes e enfim. Eu gostei. De verdade, dei risada, o tempo passou tranquilamente e eu fiquei pensando se poderia ter mais coisa, se poderia durar mais. Poder, poderia, se tivesse mais personagens e etc., e eu tenho esse problema com peças, notei. Pouca gente, pouco tempo&#8230; Mas se a história é boa &#8212; e nesse caso é &#8212; tudo bem. :)</p>
<p>Aqui em São Paulo a peça está na sua última semana e depois, em abril, vai pro Rio e tomara que corra Brasil afora até voltar pra cá e sei lá o que vai acontecer depois. Mas se você tiver afim de ir pro teatro, ver algo realmente divertido, fica ligado aqui no <strong>Cena Brasilis</strong> pra saber quando e onde a peça vai estar e vai lá ver.  :)</p>
<h3>SERVIÇO</H3><strong><br />
Teatro do Sesc Belenzinho</strong><br />
Rua Padre Adelino, 1000 &#8211; Belém<br />
Tel 11 2076-9700<br />
Censura &#8211; não recomendado para menores de 12 anos<br />
Sábado às 21h e domingo às 18h<br />
<strong>Preços</strong><br />
• R$ 32 &#8211; inteira<br />
• R$ 16 &#8211; usuário matriculado no Sesc e dependentes; pessoas com mais de 60 anos; estudantes e professores da rede pública de ensino<br />
• R$ 8 trabalhador do comércio e serviço matriculado no Sesc e dependentes<br />
A temporada paulista da peça encerra nesse domingo (11/12), em abril a peça estreia no Rio, e aí depois a gente traz mais detalhes sobre pra vocês.</p>
<p><em>Foto de Paula Kossatz</em></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Warner apresenta seus próximos filmes Made in Brazil</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Dec 2011 22:29:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thiago Borbolla</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Do Outro Lado]]></category>
		<category><![CDATA[Os Penetras]]></category>
		<category><![CDATA[Os Velhos Marinheiros]]></category>
		<category><![CDATA[Reis e Ratos]]></category>
		<category><![CDATA[Serra Pelada]]></category>

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		<description><![CDATA[Estreias começam já no início do ano que vem e vão até 2013]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje ainda é dia 09 de Dezembro, oficialmente faltam&#8230; Sei lá quantos dias faltam pra 2012, mas é menos de um mês aaaand isso já não muda mais nada, o ano acabou. Já era, você sabe. Todo mundo sabe. Ninguém agüenta mais. </p>
<p>Nessas de já começar a pensar nos próximos anos, a <strong>Warner Bros</strong> realizou um almoço aqui em São Paulo justamente pra apresentar alguns dos seus próximos lançamentos. </p>
<p><a href="http://cenabrasilis.com.br/cinema/warner-apresenta-seus-proximos-filmes-made-in-brazil/attachment/wb_logo/" rel="attachment wp-att-2170"><img src="http://cenabrasilis.com.br/wp-content/uploads/2011/12/WB_Logo.jpg" alt="" title="Warner Bros" width="300" height="274" class="alignright size-full wp-image-2170" /></a>Entre os filmes nacionais, eu destaco &#8220;Os Penetras&#8221;, de Andrucha Waddington, que tem como um dos protagonistas o GENIAL Edu Sterblitch &#8212; o filme se passa no Rio, época de Réveillon, e deve estrear em algum momento do ano que vem.</p>
<p>&#8220;Serra Pelada&#8221;, com Wagner Moura, me parece assaz interessante, também &#8212; especialmente pelo depoimento do Coronel Nascimento, falando sobre o fato de o filme querer e ser sim comercial. Gostei disso, sempre bom quando se assume e faz-se filmes como esse pensando nisso. De verdade.</p>
<p>Outros filmes mostrados foram &#8220;Do Outro Lado&#8221;, com Denise Fraga, sobre um casal que se separa e passa a morar um de frente ao outro, um de um lado da rua, outro do outro; &#8220;Os Velhos Marinheiros&#8221;, baseado na obra de Jorge Amado, que vai encerrar as comemorações por seu centenário; e &#8220;Reis e Ratos&#8221;, que parece SENSACIONAL e estreia já no início do ano que vem. O trailer tá aí embaixo. :)</p>
<p><center><br />
<iframe width="560" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/TvI6IgIkVow" frameborder="0" allowfullscreen></iframe><br />
</center></p>
<p>Sobre os filmes gringos, você pode conferir <a href="http://judao.mtv.uol.com.br/cinema/preview-dos-grandes-filmes-da-warner-para-2012/">tudo sobre eles lá no Judão</a> e já vai marcando no calendário quando estreia o que, conhecer uns filmes e enfim. Começar 2012, né? :D</p>
<p>Feliz ano novo! :D</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Os 3: muito mais do que um filme sobre triângulo amoroso&#8230;</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Nov 2011 03:49:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thiago Borbolla</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Resenhas]]></category>
		<category><![CDATA[Gabriel Godey]]></category>
		<category><![CDATA[Juliana Schalch]]></category>
		<category><![CDATA[Nando Olival]]></category>
		<category><![CDATA[Os 3]]></category>
		<category><![CDATA[Sophia Reis]]></category>
		<category><![CDATA[Victor Mendes]]></category>

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		<description><![CDATA[Entrevistamos o diretor e o elenco -- e você vai perceber que a história de "Os 3" vai muito além daquilo que se vê nos cinemas]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Angelina Jolie, Brad Pitt, Jennifer Aniston, Edward Cullen, Bella Swan, Jacob Black, Daniel Cleaver, Bridget Jones, Mark Darcy, Dr. Teodoro Madureira, Dona Flor, Vadinho, Santos, Ganso, Corinthians, Ele, Irene, Ele mesmo, Joey, Linda, Johnny, Charles, Diana, Camila, Júlio César, Cleópatra, Marco Antônio, Daniel Saullo, Mariana Felício, Rafael, Britney Spears, Avril Lavigne, Christina Aguilera, Marido da Christina Hendricks, Christina Hendricks, o resto do mundo&#8230; Triângulo amoroso é o que não falta na história da humanidade. Nunca faltou, nunca faltará. Ao mesmo tempo, é uma história que precisa ser contada.</p>
<p>Ou não que talvez PRECISE ser contada&#8230; Mas é uma história que vai ser sempre contada. Quem não se interessa por um threesome? Ou quem, pelo menos, nunca viveu um, seja lá de qual maneira? Seja assistindo a um filme pornô, seja sendo o amigo daquela menina por quem você é apaixonado e te conta todos os detalhes das relações dela com outras pessoas&#8230; Ou um simples trio de amigos. Essa história excita muita gente. E <strong>Os 3</strong> o faz ainda mais &#8212; e de propósito.</p>
<p>O filme, que não tem nenhuma cena de sexo entre o trio em questão durante todo o filme, conta a história de dois caras e uma menina que se conhecem na fila do banheiro de uma festa e resolvem morar juntos, assim, do mais profundo nada. Eles estabelecem algumas regras e passam os quatro anos da faculdade morando num galpão, até serem chamados pra implantar na vida real um projeto que inventaram como trabalho de faculdade: um reality show online com venda de produtos. Pra passar mais algum tempo juntos, eles aceitam a proposta. Só que todas aquelas regras e a vida que levavam podia ser interessante pra eles, mas convenhamos: quem vai se interessar, e pagar, pra ver três pessoas fazendo absolutamente NADA durante os dias?</p>
<p><a href="http://judao.mtv.uol.com.br/wp-content/uploads/2011/11/Os3d.jpg"><img src="http://judao.mtv.uol.com.br/wp-content/uploads/2011/11/Os3d-580x386.jpg" alt="" title="Os 3" width="580" height="386" class="aligncenter size-large wp-image-64829" /></a></p>
<p>E aí começa a história, de fato. Não, não é uma crítica social ou à essa cultura de reality shows. O dito cujo só serve pra botar lenha na fogueira&#8230; Literalmente. E é engraçado que, por mais que sejam atores interpretando pessoas reais interpretando quem eles não são, é nessa hora que a gente mais se identifica. Talvez porque eles começam a fazer coisas que só seriam permitidas em &#8220;pensamento&#8221; e que muita gente pensa&#8230; Ou porque aquilo de fato acontece. E não há absolutamente nenhum problema nisso.</p>
<p>Durante o Festival do Rio desse ano, em Outubro, conversei com o diretor do filme, Nando Olival, e os quatro atores principais: os três Juliana Schalch, Gabriel Godey e Victor Mendes, e Sophia Reis. Foi interessante perceber que as perguntas, ainda que sobre o filme, ou sobre os atores, acabaram se tornando respostas mais pessoais. Como o filme. No começo, olhando de fora, achei que era uma história improvável, uma certa maluquice.</p>
<p>Conversando com todos, percebi que, muito pelo contrário, aquilo realmente pode acontecer com qualquer um. E que, no mínimo, está na cabeça de todo mundo. Eles contaram uma boa história. E contaram realmente bem.</p>
<p>Aí embaixo você confere a entrevista com o diretor Nando Olival &#8212; e ouve, em áudio, apertando o play, todo o papo que eu tive com &#8220;Os 3&#8243;. Assim, espero que funcione pra vocês da mesma maneira que funcionou pra mim depois qeue assisti ao filme. Sim, tem spoiler, mas não é nada que vai te atrapalhar. Pode é melhorar a experiência, quando você for ao cinema assistir &#8212; e você vai, porque uma boa história não pode deixar NUNCA de ser ouvida. :)</p>
<p>Oi? A Sophia Reis? Ela merece um espaço só pra ela. Especialmente porque a entrevista de, inicialmente 10 minutos, durou quase 30. E nós falamos de tudo. Pra ler, é só <a href="http://judao.mtv.uol.com.br/?p=64843">clickar aqui</a>. :)</p>
<h6>Três em um</h6>
<p>Já era fim de tarde de um dia de MUITA chuva no Rio de Janeiro &#8212; e cansativo pros atores, produtores e todo mundo envolvido nesse dia de entrevistas. Na minha agenda, Juliana, Gabriel e Victor seriam os primeiros, mas acabaram sendo os últimos. &#8220;Save the best for last&#8221;, dizem. Não a melhor das entrevistas, eu assumo. Da minha parte, preocupado com o som que seria captado &#8212; a entrevista foi feita no Porto do Rio, num dos píers, de frente pro mar, ao som de navios e MUITA gente em volta. E da parte deles, cansados de se repetir, de falar coisas que todos acabam respondendo, porque todos acabam perguntando&#8230; Ao mesmo tempo, porém, ajudou a completar toda a experiência do filme, a aumentar muita coisa que eu tinha percebido e sentido quando o assisti.</p>
<p><a href="http://judao.mtv.uol.com.br/wp-content/uploads/2011/11/Os3a.jpg"><img src="http://judao.mtv.uol.com.br/wp-content/uploads/2011/11/Os3a-580x326.jpg" alt="" title="Os 3" width="580" height="326" class="aligncenter size-large wp-image-64826" /></a></p>
<p>Porém, ranscrevendo tudo o que foi dito, eu percebi que não iria fazer o mesmo sentido. Você não ia perceber o que eu falo sobre os três serem, de fato, amigos, de serem uma unidade. Nem iriam poder ouvir a risada deliciosa da Juliana. E, sinceramente, vale a pena. É legal sair um pouco daquela coisa &#8220;eles são os talentos, eu sou o entrevistador&#8221; &#8212; mesmo que seja só isso. Ficou bem divertido e você pode apertar o play pra ouvir e conhecer um pouco mais os três atores que tornaram o filme possível.<br />
<center><br />
<iframe width="560" height="166" scrolling="no" frameborder="no" src="http://w.soundcloud.com/player/?url=http%3A%2F%2Fapi.soundcloud.com%2Ftracks%2F27666238&amp;auto_play=false&amp;show_artwork=false&amp;color=ffcc00"></iframe><br />
</center>	</p>
<h6>Um por todos</h6>
<p>Talvez você não o conheça. Provavelmente não o conhece, já que eu duvido que você tenha assistido a &#8220;Domésticas&#8221;, seu primeiro e único longa antes de Os 3. É um filme divertido. Mas não fez tanta fama assim como seus outros trabalhos, mais &#8220;anônimos&#8221;, como Eduardo &#038; Mônica, misturando publicidade e a famosa música da Legião Urbana. Ou aquele Último gol do Pelé&#8230; Mas é fato que se agora tamos falando tudo isso desse filme é culpa do Nando Olival, diretor, roteirista e produtor que resolveu dar um tempo na publicidade pra se dedicar ao cinema, de novo, produzindo um filme com dinheiro do próprio bolso, completamente independente &#8212; e que agora estreia em todo o Brasil. :)</p>
<div id="attachment_64825" class="wp-caption aligncenter" style="width: 590px"><a href="http://judao.mtv.uol.com.br/wp-content/uploads/2011/11/Nando.jpg"><img src="http://judao.mtv.uol.com.br/wp-content/uploads/2011/11/Nando-580x386.jpg" alt="" title="Nando Olival" width="580" height="386" class="size-large wp-image-64825" /></a><p class="wp-caption-text">Nando Olival durante as filmagens de Os 3</p></div>
<ul class="Entrevistas">
	<!-- --></p>
<div class="Entrevista_Q">O cinema brasileiro merece mais filmes como esse? Não só porque é um filme &#8220;jovem&#8221;, mas é um filme que conta uma história&#8230;</div>
<p>	<span class="Entrevista_N cor_Cinema">Nando Olival ~</span> Eu acho que o cinema Brasileiro precisa de todo tipo de filme. Eu fiz esse, não quer dizer necessariamente que eu defenda esse tipo de filme. Eu gostaria de ter visto esse filme, se alguém tivesse feito, viria no cinema. Mas a gente talvez trate o cinema de uma forma um pouco mais diversa, eu, você &#8212; a gente conta do espectro do cinema, se não não ia gostar de filme, se tivesse que toda vez ver o mesmo filme. Se tivesse esse meu toda vez que você fosse no cinema, ia ser &#8220;Porra, puta saco&#8221;! Ou se fosse toda vez um filme lento, iraniano, você também não ia achar legal aquilo lá. Então eu acho que, como tudo, como literatura, como música &#8212; uma vez você vai ouvir clássico, outra vez quer rock&#8217;n'roll e outra vez quer ouvir uma baladinha romântica pra, né? E tem gente até que gosta de sertanejo! Esse cara é feliz! Se ele gosta de clássico, rock e sertanejo, ele é mais feliz que a gente! Um cara que gosta de tudo!<br />
	<!-- --></p>
<p>	<!-- --></p>
<div class="Entrevista_Q">Você acha possível a história de Os 3 acontecer na vida real?</div>
<p>	<span class="Entrevista_N cor_Cinema">Nando Olival ~</span> A parte de relacionamento d&#8217;Os 3 eu tenho certeza. Eu acho que esse tipo de confusão de sentimentos, todo mundo passou um pouco por isso. E não é essa geração, a minha geração&#8230; Possivelmente meu tataravô passou por um momento desse. É uma coisa inerente a juventude. Ele só se aprofunda mais a partir do momento em que esses jovens passaram a viver juntos. Enquanto eu fazia o teste com os atores, vários deles, muitos vindos do interior de São Paulo, diziam que o personagem tinha muito a ver com ele &#8212; papo de ator, a gente sabe, mas porra, 90% dizia &#8220;cara, eu vivi exatamente isso quando vim pra São Paulo, fui morar numa casa com mais duas, três pessoas&#8221;. Eu acho que acontece com muita gente. Comigo aconteceu, não essa história, mas é lógico que aconteceu durante a minha adolescência, eu morei fora de casa muito cedo&#8230; Eu tenho certeza que isso deve estar acontecendo com meus filhos agora, que tem essa idade, 19 anos, então acho que é uma história mais que possível, acho que é uma história comum até.<br />
	<!-- --></p>
<p>	<!-- --></p>
<div class="Entrevista_Q">Por que você acha que o triângulo amoroso fascina tanto as pessoas?</div>
<p>	<span class="Entrevista_N cor_Cinema">Nando Olival ~</span> Eu acho que a questão sexual é o de menos, mas acho que a confusão de sentimento ali bate uma certa fascinação. Não precisava nem ser um triângulo amoroso. Gente confusa, que não tem certeza de um negócio&#8230; O cara casado tem certeza de uma mulher, um filho, eventualmente pode ter certeza que vai precisar ter uma amante. Mas quando cria uma confusão de &#8220;eu não sei se gosto desse cara, ou desse que tá passando, dessa mulher ou dessa outra&#8221;, acho que fascina as pessoas porque elas se identificam muito mais facilmente com o cara que tá cheio de dúvida. E o filme do triângulo amoroso é um pouco assim, ele parece que deixa teu mundo um pouco aberto. Talvez seja isso.<br />
	<!-- --></p>
<p>	<!-- --></p>
<div class="Entrevista_Q">É por isso então que, tirando uma única cena, que nem envolve os três diretamente, não há sexo consumado de fato durante o filme? Pra mim, a única transa que acontece é depois que filme termina, nada é mostrado&#8230;</div>
<p>	<span class="Entrevista_N cor_Cinema">Nando Olival ~</span> Essa transa acontece. Termina o filme e &#8220;olha, agora a gente vai transar, os três, precisamos de um colchão que caiba todo mundo&#8221;.<br />
	<!-- --></p>
<p><a href="http://judao.mtv.uol.com.br/wp-content/uploads/2011/11/Os3g.jpg"><img src="http://judao.mtv.uol.com.br/wp-content/uploads/2011/11/Os3g-580x326.jpg" alt="" title="Os 3" width="580" height="326" class="aligncenter size-large wp-image-64832" /></a></p>
<p>	<!-- --></p>
<div class="Entrevista_Q">Mas no roteiro, por exemplo, existia o sexo e ele foi cortado durante as gravações ou&#8230;</div>
<p>	<span class="Entrevista_N cor_Cinema">Nando Olival ~</span> Não, nunca teve. E na verdade, o que aconteceu na verdade com o roteiro é que quando eu comecei a fazer, eu sabia que tinha que existir uma tensão sexual. Quando comecei a colocar muita, especialmente entre os dois, pareceu que eu tava privilegiando algo que eu não queria &#8212; não queria que fosse sobre tensão sexual, iniciação ou preferência, mas que fosse sobretudo de tensão sentimental, que ficasse claro que aquilo lá era uma confusão de sentimentos, que não tinha nada a ver. E até porque&#8230; Não vou dizer que é uma questão secundária, mas o negócio do sexo hoje em dia, nessa idade, pra nossa sociedade&#8230; Né? É o que o Gabriel fala no início. &#8220;Eu dei uns beijo no cara&#8221;, e tudo bem! Sexo é um pouco secundário pro pessoal dessa idade, são todos escolados nessa área. Então eu acho que tirei um pouco do que tinha&#8230;<br />
	<!-- --></p>
<p>	<!-- --></p>
<div class="Entrevista_Q">E a história do reality show também é secundária, né?</div>
<p>	<span class="Entrevista_N cor_Cinema">Nando Olival ~</span> O que foi do reality show é que, nesse filme, minha vontade era fazer sobre a juventude, mas não espelhar a atual, era uma coisa que todo mundo passou, meu bisavô, meus filhos&#8230; É um momento em que você tem de se expor. Você fala pra todo mundo &#8220;eu te amo, vai se foder&#8221; até um certo momento da sua vida, porque chega um momento que a coisa fica séria, pode machucar outra pessoa. Pode até falar pra uma pessoa que a ama, mas depois &#8220;porra, bicho, vai se foder, vai tomar no meio do teu cu, você tá atrapalhando a minha vida&#8221;. É um pouco esse ritual de passagem sentimental, não da vida irresponsável pra vida profissional. É aquele momento em que você começa a perceber que seus sentimentos tem uma importância, uma consequência. Então, achei que o reality show criava mais urgência e tensão nesse negócio. &#8220;Não só você tá se expondo pra essas pessoas, tem um monte de nego aqui te olhando!&#8221;. E isso me pareceu um pouco atual, também, com você tendo de criar um segundo personagem, pra preservar o que você é mesmo, sabe? &#8220;É você? Sou eu, mas um pouquinho diferente de mim&#8221;. E eles embarcam nessa e inventam qualquer coisa, não vão deixar de ser três jovens num apartamento vivendo uma vida&#8230;<br />
	<!-- --></p>
<p>	<!-- --></p>
<div class="Entrevista_Q">Aconteceu isso de inventar durante o filme, também?</div>
<p>	<span class="Entrevista_N cor_Cinema">Nando Olival ~</span> Não, o filme foi super roteirizado, é um filme muito pequeno. Eu tinha que rodar rápido, você tem de tar lá todo dia de manhã, sabendo exatamente o que vai fazer. É um filme ecaletado, não tem improviso de fala, pra não ter gíria&#8230; Mas teve uma cena que eu não tinha escrito e que depois deu o tom pro filme, que é a do sofá, da aproximação e tal. Foi um dia em que eu pensei em fazer uma cena assim. E foi uma cena que&#8230; Durante a filmagem, você nunca sabe exatamente qual é o tom do filme que você tá fazendo, escorrega de um lado pro outro. Quando eu montei essa cena, quando eu vi ela montada, durante as filmagens ainda, eu disse &#8220;bicho, agora eu acho que a gente tem um filme&#8221;, acho que AGORA a gente sabe exatamente o tom. Porque eu filmava na locação, um galpão de dois andares &#8212; eu ficava no andar de cima, pra locação principal, e o Daniel Rezende (responsável pela montagem do filme) já ia montando embaixo, então eu vi essa cena montada um dia e meio depois. E quando a gente viu, &#8220;cacete cara!&#8221;. Foi legal que foi no meio da filmagem. Eu como produtor, diretor e roteirista, poderia mudar tudo sem problemas, e essa cena acabou ajudando tudo dali pra frente.<br />
	<!-- --></p>
<p>	<!-- --></p>
<div class="Entrevista_Q">E essa amizade entre os três, os quatro? Eu percebi durante o festival de Paulínia, mesmo aqui, que durante todo o tempo eles fazem piada um com o outro&#8230; Quão importante foi trabalhar com eles sendo amigos dessa maneira?</div>
<p>	<span class="Entrevista_N cor_Cinema">Nando Olival ~</span> Foi essencial. Não funcionaria se não fosse assim. Eu acho que eu nem faria o filme, não teria começado. Quando eu comecei a fazer os testes, individuais, eu deixava bem claro: &#8220;eu posso gostar muito de você como ator nesse papel, mas vou juntar você com mais duas pessoas e se não funcionar, você vai ser descartado, porque eu não tou procurando esse personagem, tou procurando esse trio&#8221;. E eu sabia que procurava um trio não só pela função dramática, mas porque pra filmar esse negócio&#8230; Tem esse negócio da sensualidade do jovem, do adolescente. Eu não sabia quão sensual seria, mas sabia que ia ser um filme com todo mundo seminu, se pegando o tempo todo. Você filmar um filme todo em que precisa direcionar tudo, pega mais em cima, o pescoço&#8230; Não dá. Se não tivesse esse negócio de juntar os três e eles se colarem dessa maneira&#8230;<br />
	<!-- --></p>
<p>	<!-- --></p>
<div class="Entrevista_Q">Você chegou a descartar muita gente?</div>
<p>	<span class="Entrevista_N cor_Cinema">Nando Olival ~</span> Eu montei vários grupos que não funcionaram, sim. Mas foi bárbaro. Porque eu fazia a cena em que os três tavam colados, cortava, ia fazer outra coisa e quando eu voltava os caras ainda tavam lá, no memso lugar. Quando a Sophia chegava, se juntava também. O filme não sairia se não fosse assim. E numa das poucas crises que passei durante as filmagens, eu via eles juntos e pensava que nunca conseguiria transpor isso pra tela.<br />
	<!-- -->
	</ul>
<p><strong>Os 3</strong> estreia nessa sexta-feira, 11 de Novembro. :)</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Sophia Reis pode ser a solução dos seus problemas&#8230;</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Nov 2011 02:28:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thiago Borbolla</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[)s 3]]></category>
		<category><![CDATA[Sophia Reis]]></category>

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		<description><![CDATA[...E dos meus. De todo mundo. Do mundo todo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando, há mais de 11 anos, eu comecei esse site, jamais pensei em chegar onde cheguei &#8212; profissional e pessoalmente. Jamais pensei, por exemplo, que isso acabaria me fazendo trabalhar na MTV. E jamais pensei também que um dia teria contato direto com tanta gente de quem a gente sempre falou por aqui.</p>
<p>Foi uma colisão de mundos quando, gravando o <a href="/tag/podcast-de-cinema/">Podcast de Cinema MTV</a>, eu acabei conhecendo a <strong>Sophia Reis</strong>, aquela menina que até então era a filha do Nando Reis que um dia fez &#8220;Meu Tio Matou um Cara&#8221; com aquele sotaque paulista no meio do RS e agora era VJ e que a gente tanto comentava. Cansei de me declarar apaixonado por ela, assim como me declaro apaixonado por tantas mulheres que jamais ouviram ou ouvirão falar de mim. É uma coisa meio platônica.</p>
<p><a href="http://judao.mtv.uol.com.br/wp-content/uploads/2011/11/Sophia01.jpg"><img src="http://judao.mtv.uol.com.br/wp-content/uploads/2011/11/Sophia01-580x386.jpg" alt="" title="Sophia Reis" width="580" height="386" class="aligncenter size-large wp-image-64837" /></a></p>
<p>Com a Sophia, porém, essa história é mais real. Platônica, ainda, mas eu posso dizer que sou apaixonado por ela com mais certeza. Porque, pelo menos pra mim, ela deixou de ser aquela menina que era filha do Nando Reis que um dia fez &#8220;Meu Tio Matou um Cara&#8221; com aquele sotaque paulista no meio do RS e agora era VJ. Ela é uma mulher, real. Divertida, maluquinha, acessível, sempre ali pra tudo.</p>
<p>Foi meio estranho saber que eu iria vê-la no cinema, depois de já ter ido com ela ao cinema. Foi meio estranho saber que eu a veria nua na telona. E ainda mais estranho saber que, depois disso tudo, eu iria entrevistá-la. Mas, como sempre, foi a coisa mais fácil de se fazer &#8212; falamos sobre tudo. Os 3, amizade, tesão, sexo, cinema&#8230; O que era pra ser apenas 10mins, se tornou 25mins. Mas é impressionante como é fácil se perder no tempo ela.</p>
<p>A <em>nossa</em> Sophia Reis. :)</p>
<div class="Entrevista_Q">Você já disse que tá cansada, eu tenho aqui a minha pauta definida, mas vou deixar você falar alguma coisa que não tenha dito ainda.</div>
<p>	<span class="Entrevista_N cor_Cinema">Sophia Reis ~</span> Deixa eu ver&#8230; Não, não, vai perguntando.<br />
	<!-- --></p>
<p>	<!-- --></p>
<div class="Entrevista_Q">Eu tenho as perguntas coxinhas aqui&#8230;</div>
<p>	<span class="Entrevista_N cor_Cinema">Sophia Reis ~</span> Então vai, faz as perguntas coxinhas que eu dou as respostas hippies.<br />
	<!-- --></p>
<p>	<!-- --></p>
<div class="Entrevista_Q">Tá. Você falou um dia sobre a sua personagem ser uma vagabunda, no Pânico, acho. Por quê?</div>
<p>	<span class="Entrevista_N cor_Cinema">Sophia Reis ~</span> Eu não disse exatamente isso, mas abordei esse assunto. Porque&#8230; Porque a Bárbara&#8230; Assim. Eu acho que ela chega pra desestruturar ali o núcleo principal. Então é natural que as pessoas tendam a vê-la como uma espécie de vilã. Gostem menos dela. E ela tem esse comportamento, que na minha opinião é muito natural, e muito julgado. Ela é assim, tá afim de fazer, vai lá e faz, sabe? Afim de dar pro cara, ela vai lá e dá pro cara, sem muitos rodeios. Foda-se, não tem problema! Eu acho que as pessoas tem tendência a achar que ela é uma vagabunda por conta disso. E eu acho muito pelo contrário, não que ela seja uma vagabunda, acho que ela é muito mais livre de preconceitos. Ela é bem resolvida com as suas vontades.<br />
	<!-- --></p>
<p><a href="http://judao.mtv.uol.com.br/wp-content/uploads/2011/11/Os3l.jpg"><img src="http://judao.mtv.uol.com.br/wp-content/uploads/2011/11/Os3l-580x386.jpg" alt="" title="Os 3 " width="580" height="386" class="aligncenter size-large wp-image-64839" /></a></p>
<p>	<!-- --></p>
<div class="Entrevista_Q">Por que essa fascinação pelo threesome?</div>
<p>	<span class="Entrevista_N cor_Cinema">Sophia Reis ~</span> Então. Porque. É uma questão que a gente&#8230; É uma questão antiga. Não é uma invenção do século 21&#8211;<br />
	<!-- --></p>
<p>	<!-- --></p>
<div class="Entrevista_Q">Não tou falando exatamente da questão sexual. Mas essas histórias estão sempre sendo contadas&#8230;</div>
<p>	<span class="Entrevista_N cor_Cinema">Sophia Reis ~</span> Porque isso existe, as pessoas sentem isso. As pessoas se envolvem em triângulos amorosos, as pessoas tem essa vontade&#8230;<br />
	<!-- --></p>
<p>	<!-- --></p>
<div class="Entrevista_Q">Aí que tá. Eu não acho que seja tão triângulo <em>amoroso</em>, no começo do filme. E até vem outra pergunta, se você acredita que aquela situação, aquela história, poderia acontecer na vida real, já que&#8230;</div>
<p>	<span class="Entrevista_N cor_Cinema">Sophia Reis ~</span> Acredito! Eu brinco, &#8220;quem nunca vivenciou um triângulo amoroso?&#8221;. Se não vivenciou, eu recomendo! É sério! Eu acho que na verdade esse tema seja tão &#8220;ooooh&#8221;, porque as pessoas se sentem um pouco livres, sabe, eu acho que elas são muito recalcadas ainda e eu vim de família hippie, sou do Lulu Santos, &#8220;Toda forma de amor&#8221;! Seja livre pra amar, pra ser feliz! Acho que as pessoas tem que buscar a felicidade seja a três, a dois, cada noite com uma pessoa&#8230;<br />
	<!-- --></p>
<p>	<!-- --></p>
<div class="Entrevista_Q">Mesmo num caso de amizade? Porque eles se conhecem num banheiro, em meia-hora estão num fusca, morando juntos. Pra você morar com alguém&#8230;</div>
<p>	<span class="Entrevista_N cor_Cinema">Sophia Reis ~</span> É, eu por exemplo moro sozinha e nunca consegui morar com ninguém! Mas eu acho que é a situação, eles vêm de outros lugares, tem essa coisa de começo de faculdade, de vivenciar coisa nova, &#8220;ah vamos ser livres&#8221;, acho que tem todo esse barato que eles querem experimentar e acredito que possa ter um triângulo amigável, &#8220;a gente é MUITO amigo e a gente fica junta&#8221;&#8230; Eu acho que não existe regra, sabe? Não existe pode ou não pode, é ou não é, funciona ou não funciona&#8230; Acho que cada um sente coisas diferentes, vive de uma maneira, eu acho que as pessoas deviam julgar menos e aceitar mais os próprios sentimentos. Se você tem vontade de viver isso, vai lá e vive, independente do que as pessoas falem, sabe? Seja mais sincero com você mesmo. E eu acho que o filme tem um pouco disso e tanto que eles aceitam &#8220;beleza, a gente é apaixonado um pelo outro e a gente vai viver isso&#8221;, é quando eles ficam bem. Acho que o mundo seria muito mais fácil e em paz se as pessoas fossem mais sincera com os próprios sentimentos.<br />
	<!-- --></p>
<p>	<!-- --></p>
<div class="Entrevista_Q">Você estava no set desde o início ou só entrou quando sua personagem entrou?</div>
<p>	<span class="Entrevista_N cor_Cinema">Sophia Reis ~</span> Eu só entrei com a personagem. Foram 10 dias. Um terço do filme, isso é muito louco! O filme foi filmado em quatro semanas. Foi muito legal, maior astral, sabe? Era uma loucura, na época eu fazia faculdade, tava na MTV e filmando, então eu não tinha tempo pra dormir, né?<br />
	<!-- --></p>
<p>	<!-- --></p>
<div class="Entrevista_Q">E você como estudante de cinema, que já gravou curtas, ficou analisando também o &#8220;por trás das câmeras&#8221;? Eu fui gravar Lado Nix e fiquei reparando em tudo, perguntando&#8230;</div>
<p>	<span class="Entrevista_N cor_Cinema">Sophia Reis ~</span> Eu até ficava brincando que era mais uma assistente do Ricardo, o fotógrafo. Porque eu ficava &#8220;que lente vai usar agora?&#8221;, e ele explicava&#8230; A gente filmou com uma RED e eu ficava vendo as coisas, prestando bastante atenção também no Nando, na maneira como ele dirigia&#8230; Mas ele era mais uma coisa meio geral, com o Ricardo era mais pontual, perguntando de lentes, e filtros. Eu tenho o maior tesão em filmar. Sou atriz, eu amo isso, mas tenho maior tesão em dirigir, fazer filmes. Esse é o meu maior barato, eu acho incrível.<br />
	<!-- --></p>
<p>	<!-- --></p>
<div class="Entrevista_Q">Uma vez você falou comigo sobre beijo técnico, me contou uma história. Se você falar que não vai responder, não tem problema, eu desencano e a gente vai pra próxima&#8230;</div>
<p>	<span class="Entrevista_N cor_Cinema">Sophia Reis ~</span> (Risos) Não, não, vamo falar sobre isso, não tem problema!<br />
	<!-- --></p>
<p>	<!-- --></p>
<div class="Entrevista_Q">Eu te explico porque quero saber disso: no filme, parece que é tudo mais real do que normalmente se vê. Lá, com todos, a história é mais crua&#8230;</div>
<p>	<span class="Entrevista_N cor_Cinema">Sophia Reis ~</span> Eu acho que assim. O filme ganha o espectador justamente por isso. Tem uma certa credibilidade quando mostra essas cenas porque, primeiro: a cena de sexo que eu fiz tinha tudo pra ser muito vulgar. Se eu conto pra você, ela podia muito bem ter sido tirada de um roteiro de filme pornô &#8212; &#8220;uma menina chega, fala que quer dar e eles transam na escadaria de um depósito abandonado&#8221;. Bom, veja bem, né? O cuidado era aí. Como vai transformar tudo isso numa coisa que a gente se identifique? Que todo mundo veja e &#8220;ah, eu fiz isso, já estive nessa situação&#8221;. A gente tinha que tornar isso meio real&#8230; A cena que eu fiz é sexo sem amor, não tem romance, é sexo por sexo. Mas é tudo em conjunto. A fotografia é delicada, o tom é aquele ali. Tudo junto fez com que aquela cena parecesse muito real nesse sentido de &#8220;beleza, quando eu faço sexo só por sexo, é assim&#8221;. Você consegue falar que faz isso, sem parecer aquelas cenas que parece um comercial de sabão em pó, com lençois e sei lá. Isso é muito bonito. E pra isso acontecer, você tem de sacrificar algumas coisas, tipo não colocar tapa-sexo. O peito tá ali, a mão tá ali, mas ao mesmo tempo é muito pensado para que se transforme numa cena delicada, suave&#8230; Bonita.<br />
	<!-- --></p>
<p>	<!-- --></p>
<div class="Entrevista_Q">Foi discutido isso antes?</div>
<p>	<span class="Entrevista_N cor_Cinema">Sophia Reis ~</span> Eu não sei se é uma coisa muito consciente, sabe? Eu as vezes me questiono em que grau tudo isso que a gente produz a gente faz conscientemente. Eu não acho que seja, mas a gente nunca falou sobre isso exatamente. Talvez o Nando tenha pensado exatamente sobre tudo isso. Eu não. Pensei numa coisa geral do filme, pensei na minha personagem, que eu queria que ela fosse uma pessoa real, uma pessoa que a gente conhecesse, que não causasse estranheza a ninguém&#8230; Então, dentro dessa lógica, essa cena teria de ser daquele jeito.<br />
	<!-- --></p>
<p>	<!-- --></p>
<div class="Entrevista_Q">Mas aí ela foi acontecendo, ou tava tudo explicadinho no roteiro, como tinha de ser?</div>
<p>	<span class="Entrevista_N cor_Cinema">Sophia Reis ~</span> O que tinha no roteiro era: fazer sexo. (risos) E &#8220;transam na escadaria&#8221;. Foi até engraçado, uma vez. A gente filmou num grande galpãozão e dentro dele tinham lugares que funcionavam como QGzinhos, uma salinha era maquiagem, outra era o figurino, que era meio camarim. Lá, a gente tava lá, o Nando e o Ricardo chegaram e &#8220;Victor e Sophia, vamo ensaiar a cena?&#8221;. E a gente ficou &#8220;aqui, na frente de todo mundo?&#8221; E tinha de começar a se pegar do nada! Era engraçado. &#8220;Abre as pernas e sobe em cima dele. Vira ela pra parede!&#8221; e tudo se pegando, meio estranho&#8230; Esse ensaio foi totalmente estranho, mas depois nos outros eles saíam e a gente sentava e continuava conversando, bizarro.<br />
	<!-- --></p>
<p>	<!-- --></p>
<div class="Entrevista_Q">E nessa de preparar tudo, ficar tudo bonito&#8230; Por que não aparece sexo entre os três durante o filme? Pra mim deu a entender que rolou. Mas, não mostrou. </div>
<p>	<span class="Entrevista_N cor_Cinema">Sophia Reis ~</span> Pra você rolou? Hm&#8230; Eu não acho que tenha rolado algo do tipo &#8220;melhor não mostrar&#8221;&#8230;<br />
	<!-- --></p>
<p>	<!-- --></p>
<div class="Entrevista_Q">Não é nem isso. Mas dar a entender e fica pensando&#8230;</div>
<p>	<span class="Entrevista_N cor_Cinema">Sophia Reis ~</span> Deixar no ar, esse suspense&#8230;<br />
	<!-- --></p>
<p>	<!-- --></p>
<div class="Entrevista_Q">É que pra mim, no começo, o Cazé e a Camila não se pegam, é coisa da cabeça do terceiro. Assim como eu acho que depois, no fim, rolou entre os três.</div>
<p>	<span class="Entrevista_N cor_Cinema">Sophia Reis ~</span> Olha que coisa doida! Interessante. Um jeito de ver. Acho que pode ser. Não sei. É uma boa indicação&#8230; Diz que o filme tem uma qualidade, porque um bom filme dá margem pra diferentes visões, isso que é importante&#8230;<br />
	<!-- --></p>
<p>	<!-- --></p>
<div class="Entrevista_Q">E aproveitando essa história de reality show, exposição&#8230;</div>
<p>	<span class="Entrevista_N cor_Cinema">Sophia Reis ~</span> Isso realmente não me chamou a atenção, não foi algo que foi importante pra mim. Acho que fica bem em segundo plano. Acho que é muito mais importante as questões que foram abordadas&#8230; Eu fiz um paralelo uma outra hora que gostei: o reality show é uma encenação da vida real. Você finge várias coisas, tá sendo filmado&#8230; Que é o que acontece entre eles. Eles encenam que não se dão. &#8220;A gente não namora, não somos um trio&#8221;. E aí quando o reality show acaba, termina a encenação e eles se aceitam e vão viver isso de verdade. É o paralelo que eu consigo traçar. Essa história de reality show dá uma atualizada no tema. Não é o tema principal, não tem importância&#8230; Nem pensei nisso.<br />
	<!-- --></p>
<p><a href="http://judao.mtv.uol.com.br/wp-content/uploads/2011/11/Sophia02.jpg"><img src="http://judao.mtv.uol.com.br/wp-content/uploads/2011/11/Sophia02-580x386.jpg" alt="" title="Sophia Reis" width="580" height="386" class="aligncenter size-large wp-image-64838" /></a></p>
<p>	<!-- --></p>
<div class="Entrevista_Q">E agora, minhas perguntas iniciais acabaram. Tem alguma coisa que você tá doida pra falar mas que ninguém perguntou?</div>
<p>	<span class="Entrevista_N cor_Cinema">Sophia Reis ~</span> Não, acho que não, mas tem várias coisas que eu tenho pra falar. (risos) Eu acho que as pessoas tinha de ser mais livres. Como no filme, as pessoas deviam se aceitar mais, aceitar o outro. Casamento gay, essas coisas&#8230; Triângulo amoroso&#8230; Acho que a gente tinha de ser menos recalcado e aceitar mais que as pessoas tem formas diferentes de ser feliz. Isso não significa que você tenha que fazer, que você vai fazer&#8230; Mas já disse e vou repetir: adoro isso. Como diz o Lulu Santos, &#8220;toda forma de amor&#8221;. Eu acho que esse filme diz que não tem regras. Não tem regras pra ser feliz, não tem nada. Isso que é importante. As pessoas serem sinceras consigo mesmas, se conhecerem mais pra poder vivenciar o que elas realmente querem viver, sem preconceitos, sem julgamento delas mesmas e dos outros, julgar menos os outros&#8230; Acho que isso é importante, do filme&#8230; E vou quero elogiar muito os três. Eles mandaram muito bem no filme e eu fico orgulhosa de fazer parte. Ai sou, fofa! :D<br />
	<!-- --></p>
<p>	<center><iframe width="560" height="166" scrolling="no" frameborder="no" src="http://w.soundcloud.com/player/?url=http%3A%2F%2Fapi.soundcloud.com%2Ftracks%2F27705113&amp;auto_play=false&amp;show_artwork=false&amp;color=ffcc00"></iframe></center></p>
<p>	<!-- --></p>
<div class="Entrevista_Q">E aquela história dos hang looses que você contou uma vez num dos Podcasts de Cinema? </div>
<p>	<span class="Entrevista_N cor_Cinema">Sophia Reis ~</span> Nossa, puta que pariu! Deixa eu contar essa. Será que eles já contaram pra alguém? Manda uma dessas quando você for falar com eles, &#8220;eu contei uns 7 hang looses, isso foi prosital?&#8221; (risos) Eles vão ficar &#8220;CARALHO!&#8221;. Isso foi uma piada que a gente fazia. Porque a gente ficou muito amigo nós três&#8230;<br />
	<!-- --></p>
<p>	<!-- --></p>
<div class="Entrevista_Q">Vocês três quem?</div>
<p>	<span class="Entrevista_N cor_Cinema">Sophia Reis ~</span> Eu, o Gabriel e o Victor.<br />
	<!-- --></p>
<p>	<!-- --></p>
<div class="Entrevista_Q">Saiu a Juliana, entrou você?</div>
<p>	<span class="Entrevista_N cor_Cinema">Sophia Reis ~</span> Não, não saiu na verdade. Mas acho que a gente ficou mais amigo até por conta do filme, porque ela não gosta de mim no filme, então nossa relação era menos intensa, mas a gente é amiga, fazemos mil testes juntas, mas eu, o Gabs e o Victor temos o humor muito parecido, a gente é muito idiota.  E aí tem umas horas que a gente fazia esses hang loose &#8212; vou falar um só: na hora que eles tão apresentando o trabalho de faculdade, ele fala &#8220;é só arrastar pro carrinho!&#8221; e ele faz com um hang loose! (Risos) Foi tudo de piada, uma brincadeira interna, que tomou uma proporção maior&#8230;<br />
	<!-- --></p>
<p>	<!-- --></p>
<div class="Entrevista_Q">Você falou de amizade&#8230; Nessa de ser um filme ser mais &#8220;cru&#8221;, o filme é mostrando a vida das pessoas, e no começo eles falam sobre ficar olhando pro teto&#8230; Muitas cenas eram de amizade rolando, simplesmente. Você acha que isso acabou gerando pra vocês?</div>
<p>	<span class="Entrevista_N cor_Cinema">Sophia Reis ~</span> Sem dúvida! &#8220;A vida imita a arte&#8221;, não é? Então, pra gente fazer tudo o que a gente fez ali, a gente tinha de criar um vínculo. Na cena de sexo, a gente tinha de criar um vínculo ali. A gente não fez de verdade, mas a gente precisava encontrar uma maneira de se conectar e isso acaba ficando, porque você busca em você mesmo essa maneira, esse vínculo, essa amizade, esse tesão. Você tem como matéria prima você mesmo. Não é a toa que muitos atores acabam casando, que ficam muito amigos, porque de uma certa forma isso é real. Em algum nível, isso é real. E isso foi muito legal, porque foi muito fácil de acontecer com eles. Eles são muito legais, incríveis, e a gente se deu muito bem&#8230; Pra se ter uma ideia, eu e o Victor tínhamos uma cena em que a gente deitava e tava dormindo&#8230; E a gente realmente dormiu, aquela hora. Eu falei que é a cena mais real que alguém já filmou, que era a cena que eles tavam dormindo e a gente realmente dormiu, porque eles precisavam montar a luz e essas coisas, e você fica esperando horas, filmando desde cedo, deitado na cama, e a gente dormiu! Quando a gente acordou, &#8220;e aí, vamo fazer a cena?&#8221;, &#8220;não, já filmamos&#8221;. (risos) Eu acho que entre os outros três deve ter rolado muito mais disso, tinha que ter muito mais cena deles fazendo nada&#8230; Mas não é a toa que a vida imita a arte. Você tem de usar a sua vida pra fazer arte. Eu sei lá. Fiquei muito feliz com o filme&#8230; Eu não gosto dessas coisas de filme jovem, que fala da nossa geração&#8230;<br />
	<!-- --></p>
<p>	<!-- --></p>
<div class="Entrevista_Q">Eu até concordo com você, mas não é melhor estejam fazendo filmes assim?</div>
<p>	<span class="Entrevista_N cor_Cinema">Sophia Reis ~</span> Sim! Ótimo! Filmes mais despretenciosos, né? Acho ótimo! As pessoas tem que fazer mais isso! Até me perguntaram agora, o que é um bom filme pra mim&#8230; Um bom filme é aquele que provoca. Qualquer tipo de emoção. Riso, choro, tristeza, desconforto, indignação. E esse filme sei lá, as vezes te provoca&#8230; Tesão? Sei lá. Acho que isso é o importante. Que façam mais filmes assim, que esse tenha sido feito, que esteja aqui no Festival do Rio, porque tem uma visibilidade e é um filme jovem, e as pessoas tenham essa constatação &#8220;opa, tem um filme jovem com que eu me identifico&#8221;. Isso que é o legal e que acho mais bacana.<br />
	<!-- --></p>
<p>	<!-- --></p>
<div class="Entrevista_Q">Filme bom pra ver é o que te provoca&#8230; E pra fazer, também?</div>
<p>	<span class="Entrevista_N cor_Cinema">Sophia Reis ~</span> (Pensando) Eu não sei. Eu fico pensando nas comédias. Quer dizer, você me perguntou e eu pensei&#8230; Será que é um filme que provoca? Acho que não necessariamente é um filme que te provoca. Acho que não, porque você pode ser muito familiarizado com comédia e fazer um puta filme de comédia. Isso não te provoca, ou desafia&#8230; Mas pode ser que te desafie de algum jeito, mesmo você sendo familiarizado com aquele tipo de linguagem. Acho que um bom filme de fazer&#8230; A melhor resposta que consigo pensar agora é: um filme que te dá a liberdade pra pensar somente na criação. E na emoção. Por exemplo, um filme que você não tenha problemas com diretor, que a equipe esteja muito unida, em prol daquele filme. ISSO é um bom filme de fazer. Um filme que você está livre pra ser provocada, não necessariamente precisa ser provocada. Mas você está ali muito livre, muito exposto, muito aberto. Acho que esse é um bom filme de fazer&#8230;<br />
	<!-- -->
</ul>
]]></content:encoded>
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		<title>Amizade, amor, tesão e outras coisinhas nesse vídeo exclusivo de Os 3</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Nov 2011 12:03:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thiago Borbolla</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Gabriel Godoy]]></category>
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		<description><![CDATA[Filme estreia essa sexta-feira, 11/11, aqui no Brasil. :)]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://cenabrasilis.com.br/noticias/amizade-amor-tesao-e-outras-coisinhas-nesse-video-exclusivo-de-os-3/attachment/0s3/" rel="attachment wp-att-2130"><img src="http://cenabrasilis.com.br/wp-content/uploads/2011/11/0s3.jpg" alt="" title="0s3" width="620" height="480" class="aligncenter size-full wp-image-2130" /></a></p>
<p>Um dos grandes trunfos de <strong><em>Os 3</em></strong>, que estreia sexta-feira em todo o Brasil, além de ter <strong>Juliana Schalch</strong> e <strong>Sophia Reis</strong>, é o fato de existe química entre&#8230; Os três. Química de a gente perceber que eles são amigos, se gostam, não conseguem viver um sem o outro e o tal do tesão. É só sentar e começar a assistir ao filme pra perceber tudo isso, não é necessário nem um esforço, ou muita atenção.</p>
<p>Mas sobre isso eu vou falar pelo resto da semana, já que temos entrevistas exclusivas com os atores e o diretor que vamos publicar aqui a partir de amanhã. Eu só comentei agora porque temos um novo clipezinho exclusivo do filme, que foca nessa coisa de eles não conseguirem se separar&#8230; E com bons motivos para tal. :)</p>
<p><center><br />
<iframe width="560" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/iine1AfdEO8" frameborder="0" allowfullscreen></iframe><br />
</center><br />
Sim, aquela é a Juliana Schalch e você viu mesmo. :)</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Confira o trailer de Billi Pig</title>
		<link>http://cenabrasilis.com.br/noticias/confira-o-trailer-de-billi-pig/</link>
		<comments>http://cenabrasilis.com.br/noticias/confira-o-trailer-de-billi-pig/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 04 Nov 2011 15:55:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tayra Vasconcelos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Billi Pig]]></category>
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		<category><![CDATA[Zezé Barbosa.]]></category>

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		<description><![CDATA[Conheça um pouco mais do novo trabalho de Selton Mello.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> <a href="http://cenabrasilis.com.br/noticias/confira-o-trailer-de-billi-pig/attachment/grazi-massafera-grava-cenas-do-filme-billi-pig-com-selton-mello-no-rio-de-janeiro-2411-1302105765585_560x400/" rel="attachment wp-att-2120"><img src="http://cenabrasilis.com.br/wp-content/uploads/2011/11/grazi-massafera-grava-cenas-do-filme-billi-pig-com-selton-mello-no-rio-de-janeiro-2411-1302105765585_560x400.jpg" alt="" title="Billi Pig" width="620" height="443" class="aligncenter size-full wp-image-2120" /></a></p>
<p> Foi divulgado o trailer de <strong><em>Billi Pig</em></strong>, filme dirigido por <strong>José Eduardo Belmonte</strong>, que também assina o roteiro ao lado de <strong>Ronaldo D&#8217;Oxum</strong> e que marca a volta de <strong>Selton Mello</strong> ao universo das comédias. O filme é protagonizado por Selton e <strong>Grazi Massafera</strong>, e marca a estreia concreta da atriz nas telonas (apesar de no começo da carreira, Grazi ter feito uma participação no filme <em>Didi – O Caçador de Tesouros</em>.</p>
<p>Marivalda (Grazi) é aspirante a atriz e casada com Wanderley (Selton), um corretor de seguros falido que faz de tudo para realizar o sonho da mulher. Wanderley acaba virando parceiro de um padre (<strong>Milton Gonçalves</strong>), que apesar de assombrado pelas lembranças do passado, fazem de tudo pra se dar bem na vida. Lançando mão do &#8220;jeitinho brasileiro&#8221;, eles se complicam e acabam nas mãos do chefe do tráfico, a quem prometeram salvar a vida de sua filha, atingida num tiroteio durante uma festa em São Cristóvão. Uma grande recompensa em dinheiro está em jogo e agora os três têm que correr atrás do milagre prometido. </p>
<p>O elenco do filme conta ainda com nomes do calibre de <strong>Otávio Muller</strong> e <strong>Milhem Cortaz</strong>, e tem participações especiais de <strong>Cássia Kiss</strong>, <strong>Sandra Pêra</strong> e <strong>Zezé Barbosa</strong>.</p>
<p>Rodado inteiramente no Rio de Janeiro, <strong><em>Billi Pig</strong></em> teve locações em Marechal Hermes, São Cristovão, Gávea, Recreio, Santa Teresa, Copacabana e Flamengo. E é produzido pela <em>Bananeira Filmes</em>, em co-produção com a <em>Film Noise</em>, e distribuído pela <em>Imagem Filmes</em>. </p>
<p>Para assistir o trailer, clique aqui.</p>
<p><center><iframe width="640" height="360" src="http://www.youtube.com/embed/Ao-QmZio3Hw?feature=player_embedded" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></center></p>
<p> <strong><em>Billi Pig</strong></em> tem lançamento nacional previsto para 30 de dezembro.</p>
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